quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Maratona NFL - Episódio 18 - Expectativa da torcida para o Super Bowl LIII

Os quarterbacks Jared Goff e Tom Brady durante o Opening Night, realizado no dia 28


Chegamos a mais um episódio do Maratona NFL. Nesta edição, as últimas novidades envolvendo Los Angeles Rams e New England Patriots, os participantes do Super Bowl LIII, que será neste domingo (3), em Atlanta.

Além dos apresentadores Ruan Nascimento e Carlos Oliveira, o programa contou com torcedores dos dois times para debater. Maurício Almeida representou a torcida do Rams, e Caio Cesar foi o torcedor do Patriots presente.

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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Maratona NFL - Episódio 17 - Análises das finais de conferência



Chegamos a mais um episódio do Maratona NFL, o podcast do Left Tackle Brasil. Os apresentadores Ruan Nascimento e Carlos Oliveira debateram sobre as finais de conferência, e já abriram os trabalhos para o Super Bowl LIII.

Los Angeles Rams e New England Patriots se enfrentam no dia 3 de fevereiro, às 21h30, em Atlanta. A partida terá transmissão para o Brasil na ESPN.

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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Como se fosse a primeira vez - Los Angeles Rams e New England Patriots protagonizam o Super Bowl LIII

Juventude x Experiência marcará o duelo entre os QBs Jared Goff e Tom Brady


Em 2002, no dia 3 de fevereiro, ocorreu o Super Bowl XXXVI. Era a primeira vez que a decisão da NFL ocorria em feveriro, e não em janeiro, por conta dos atentados de 11 de setembro de 2001 que forçaram o adiamento da temporada em uma semana. Naquela decisão, o New England Patriots conquistou o seu primeiro título, e bateu o então St Louis Rams por 20 a 17.

Daqui a duas semanas, em 3 de fevereiro de 2019, completará 17 anos daquele histórico duelo. E a grande coincidência é que nesta data, haverá o Super Bowl LIII, justamente com as duas franquias que decidiram o título em 2002. Los Angeles Rams e New England Patriots venceram as finais de conferência neste domingo (20), e estarão em busca do Troféu Vince Lombardi em duas semanas. 

A partida será no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, às 21h30 (horário de Brasília), e marca o que pode ser a revanche do Rams, ou a possibilidade de o Patriots igualar o recorde de títulos do Super Bowl. Até agora, o Pittsburgh Steelers é o único com seis títulos. New England tem cinco, e o Rams tem apenas um.

Os dois duelos pelas finais de conferência foram épicos. Pela primeira vez na história, as finais da NFC e da AFC foram para a prorrogação em um mesmo ano. Ambos os jogos tiveram emoção até o fim do tempo regulamentar.

Abaixo, você confere as crônicas sobre cada  um dos dois duelos.

Rams vira o jogo de forma memorável, e conquista a NFC




O fatídico Super Bowl XXXVI foi o último que o Rams havia jogado. Era o fim de um ciclo vitorioso, com o quarterback Kurt Warner sendo o grande protagonista da franquia naquela época. Dois anos antes, em 2000, tinham conquistado seu único título.  Depois disso, foram anos e anos com temporadas ruins, de mais vitórias que derrotas. 

Muitas mudanças precisaram ser feitas, a começar pela cidade onde jogam, que não é mais St Louis e sim Los Angeles, desde 2016. De 2014 para cá, alguns dos maiores talentos do elenco atual foram chegando pelo Draft, como o defensor Aaron Donald, o running back Todd Gurley e o quarterback Jared Goff. Mas ainda era necessário ter alguém bom em comandar, e foi aí que chegou o técnico Sean McVay, em 2017. Tudo isso foi fundamental para que hoje o Los Angeles Rams tenha sucesso a ponto de retornar ao Super Bowl. A equipe reconquistou a Conferência Nacional ao derrotar o New Orleans Saints por 26 a 23, em um excelente confronto disputado no Mercedes-Benz Superdome, em Nova Orleans.

Jared Goff, quarterback do Rams, chega ao seu primeiro Super Bowl, em sua terceira temporada como profissional. Na final da NFC, ele teve 297 jardas, um touchdown e uma interceptação. E o kicker Greg Zuerlein foi outro grande destaque. Ele anotou quatro field goals, incluindo o da vitória, na prorrogação, de 57 jardas.

Mas a partida começou com domínio do Saints. No ataque, foram 13 pontos anotados no primeiro quarto, em dois field goals de Will Lutz e em um passe para TD de Drew Brees para Garrett Griffin. Defensivamente, New Orleans não sofreu pontos no primeiro período, e ainda garantiram uma interceptação em Jared Goff.

No segundo quarto, o Rams começou a reagir, com um field goal do kicker Greg Zuerlein, e um touchdown do running back Todd Gurley. Los Angeles estava três pontos atrás no placar no intervalo, e perdia por 13 a 10.

Quando o jogo recomeçou, o Saints partiu para ampliar sua vantagem. Brees passou para o QB reserva (e jogador multitarefa) Taysom Hill anotar outro TD, recolocando a vantagem em 10 pontos. Na sequência, Goff encontrou o tight end Tyler Higbee na endzone, e novamente o jogo ficou em três pontos.

Nos 15 minutos finais, o Rams passou a ter domínio maior em campo, mas não houve virada, e sim um empate com outro field goal de Zuerlein. Com dois minutos para o fim do jogo, o placar estava em 20 a 20, e Drew Brees colocou o Saints na redzone graças a um passe de 52 jardas. Esta campanha ainda rendeu polêmica, por conta de uma falta defensiva de Los Angeles que não foi marcada. A equipe de New Orleans teve de chutar um field goal com Lutz, para seguir na frente no placar. Com poucos segundos para o fim, o Rams conseguiu o empate em mais um field goal convertido por Zuerlein.



O Saints teve a primeira posse de bola na prorrogação. E depois de quatro jogadas ofensivas, Drew Brees lançou um passe muito impreciso e foi interceptado por John Johnson. Jared Goff e companhia entraram  em campo novamente, e em poucas jogadas, permitiram o posicionamento para o field goal derradeiro de Zuerlein. O Los Angeles Rams voltou ao Super Bowl, ao garantir a vitória por 26 a 23, e tentará o seu bicampeonato.

Patriots vence a AFC pela terceira vez seguida, em duelo eletrizante




Voltamos a lembrar do Super Bowl XXXVI. Antes daquele jogo, o Patriots não tinha títulos, e era longe de ser considerado um time de elite na liga. Naquela temporada, New England chegou ao Super Bowl como zebra, e com um quarterback que estava em seu segundo ano como profissional - e virou titular pela primeira vez na carreira naquela temporada. Esse quarterback era Tom Brady, que ajudou o time ao seu primeiro título. Era o início da dinastia comandada pelo técnico Bill Bellichick e o QB que hoje tem 41 anos.

Hoje o Patriots tem cinco títulos de Super Bowl, e só neste século, são nove aparições na decisão (incluindo 2019). Em todo este período, em muitas vezes houve o questionamento se a dinastia tinha acabado, principalmente em um ano no qual a franquia teve derrotas para times que não foram aos Playoffs, e atuações menos impressionantes de Tom Brady. Mas na hora das decisões, a equipe chegou à pós-temporada, venceu o Los Angeles Chargers na semana anterior, e bateu o Kansas City Chiefs na final da AFC fora de casa.

A vitória foi por 37 a 31, na prorrogação, em um último quarto emocionante, com quatro viradas no placar até o touchdown derradeiro no tempo extra. Tom Brady teve impressionantes 348 jardas e um passe para touchdown, além de duas interceptações. E Patrick Mahomes, o QB do Chiefs, deu trabalho à defesa de New England, passando para 295 jardas e três TDs.

Todo o primeiro tempo foi de domínio do New England Patriots, em pleno Arrowhead Stadium. O running back Sony Michel correu para um touchdown, e na sequência, Brady encontrou na endzone o wide receiver Phillip Dorsett. A vantagem poderia ser maior, mas o camisa 12 do Patriots foi interceptado na linha de uma jarda. Pelo Chiefs, Patrick Mahomes conseguiu conectar bons passes nos dois primeiros períodos, mas a defesa do Patriots conseguia evitar de sofrer pontos. Estava 14 a 0 quando o jogo foi para o intervalo.

No terceiro período, o Chiefs teve a primeira posse de bola, e Mahomes conectou passes longos e precisos. Rapidamente, o Chiefs conseguiu o seu primeiro touchdown, em recepção de Travis Kelce. Enquanto isso, o Patriots apenas anotou um field goal em chute de Stephen Gostkowski.

Quem olha o placar final pode não acreditar, mas estava 17 a 7 para o Patriots no início do último período, quando o Chiefs diminuiu a desvantagem com um passe para TD de Mahomes para o running back Damien Williams.

A situação começava a ficar favorável para Kansas City, mesmo com New England vencendo por três pontos. A defesa do Chiefs impediu uma quarta descida do Patriots no campo de ataque, mas a campanha ofensiva do time da casa não foi boa, e logo chutaram o punt. Um momento de êxtase e, posteriormente, decepção, ocorreu com a torcida do Chiefs, com uma marcação de fumble de Julian Edelman ao receber o punt - a jogada foi revertida após análise no replay porque o wide receiver do Patriots não tocou na bola no lance. Mas Edelman logo apareceria em outro lance ruim a New England. Ele não conseguiu pegar o passe de Brady, e Daniel Sorensen interceptou a bola. Na sequência, outro passe para touchdown de Patrick Mahomes para Damien Williams deu a virada no placar.

Perdendo por 21 a 17, o Patriots precisava de um touchdown para virar. O tempo foi sendo gasto e Tom Brady carregou o time para a redzone. Em uma dramática quarta descida, Sony Michel recolou New England na frente, pois além da conversão, fez o touchdown. O jogo estava garantido? Não mesmo, pois Patrick Mahomes jogou muito, e a 2:03 do fim, deixou Kansas City na linha de uma jarda, para Damien Williams correr para o seu terceiro TD no jogo, em mais uma virada.

A cena se repetiu, o Patriots de novo precisava de um touchdown. Julian Edelman voltou a jogar bem e fazer recepções incríveis, além de Rob Gronkowski aparecer no momento certo. Ainda teve uma situação dramática que quase deu a vitória ao Chiefs, quando Brady foi interceptado, mas o defensor Dee Ford estava mal posicionado e cometeu falta. O running back Rex Burkhead recolocou New England na frente com um TD a 39 segundos do fim. Mas Mahomes, sempre ele, lançou passes longos para Travis Kelce e Sammy Watkins, e isso permitiu ao Chiefs empatar o jogo, e levar a partida à prorrogação com um field goal de Harrison Buttker. Estava 31 a 31.



Na prorrogação, o Patriots teve a primeira posse de bola, e garantiu a vitória sem nem deixar Patrick Mahomes ter uma campanha ofensiva. Brady foi decisivo de novo, provando mais uma vez que joga muito mesmo com 41 anos de idade. Na linha de uma jarda New England chegou, e novamente Burkhead correu para o TD da vitória, o TD que confirmou a ida ao Super Bowl LIII.

É o terceiro ano seguido que o Patriots vai ao Super Bowl. O time foi campeão em 2002, 2004, 2005, 2015 e 2017, e tentará a sua sexta conquista.


sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Maratona NFL - Episódio 16 - É hora de saber quem vai jogar o Super Bowl LIII

New England Patriots, de Sony Michel (26), jogará sua oitava final de conferência consecutiva

Chegamos a mais um episódio do podcast Maratona NFL. O programa desta semana repercute as semifinais das conferências, realizadas na semana passada. Você também confere tudo sobre as expectativas das finais da NFC e da AFC. Quem vencer neste domingo (20), jogará o Super Bowl LIII, no dia 3 de fevereiro, em Atlanta.

Não foi possível escrever durante a semana, devido a problemas estruturais, mas em um grande esforço, o Maratona NFL foi gravado. Ruan Nascimento e Carlos Oliveira são os apresentadores.

As finais de conferência têm transmissão da ESPN para o Brasil. Pela NFC, New Orleans Saints e Los Angeles Rams se enfrentam às 18h05. Na sequência, Kansas City Chiefs e New England Patriots fazem a final da AFC, às 21h40.

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Maratona NFL - Episódio 15 - Final de semana tem semifinais de conferência da NFL

Chegou a hora de saber quem avança para as finais da NFC e da AFC

Chegamos ao episódio 15 do Maratona NFL, o podcast oficial do Left Tackle Brasil. Nesta edição, os apresentadores Carlos Oliveira e Ruan Nascimento destrincharam sobre todas as expectativas das semifinais de conferência da NFL, a segunda fase dos Playoffs de 2018-19.

Neste sábado (12) e domingo (13), os oito sobreviventes vão à campo. Quem vencer, segue na disputa para chegar ao Super Bowl LIII, e disputará as finais de conferência no próximo dia 20. E a grande decisão será no dia 3 de fevereiro, em Atlanta.

Todos os jogos terão transmissão da ESPN para o Brasil. Kansas City Chiefs e Indianapolis Colts é o primeiro confronto do final de semana, no sábado, às 19h35. Na sequência, às 23h15, tem Los Angeles Rams e Dallas Cowboys. No domingo, o primeiro confronto será entre New England Patriots e Los Angeles Chargers, às 16h05, e às 19h40 é a vez de New Orleans Saints e Philadelphia Eagles.

O Maratona NFL pode ser ouvido neste link, pelo Google Drive.

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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Maratona NFL - Episódio 14 - Análises dos jogos de Wildcard



Chegamos ao episódio 14 do programa Maratona NFL. Os apresentadores Ruan Nascimento e Carlos Oliveira debateram sobre a rodada de Wildcard, pelos Playoffs da NFL. Além disso, tem também novidades sobre os técnicos que estão trocando de time, entre as franquias já eliminadas.

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

As apostas do Left Tackle Brasil para os prêmios individuais de 2018

Será Patrick Mahomes o MVP?

A temporada regular de 2018 da NFL já acabou. Nestes dias de aguardo para a próxima rodada dos Playoffs, depois do Wildcard, vem à mente também sobre quais jogadores devem ser premiados individualmente no NFL Honors, que destaca os melhores atletas da temporada. Este evento será no dia 2 de fevereiro, na véspera do Super Bowl LIII.

Os eleitos são escolhidos através de uma votação em que participam comentaristas, jornalistas, ex-jogadores, e outras personalidades do futebol americano desvinculadas da NFL e do canal oficial da liga, a NFL Network - e que podem trabalhar nas outras quatro emissoras que transmitem os jogos.

Diferente da NBA, na National Football League não há uma lista de premiados com os melhores dos Playoffs, a exceção do Super Bowl e seu prêmio de MVP. A lista com os candidatos se fecha ao final da temporada regular, e os escolhidos são definidos antes mesmo da rodada de Wildcard - embora a nomeação oficial será apenas no mês seguinte.

Em razão disso, o Left Tackle Brasil elenca quem são os favoritos de cada categoria. Não significa que eles serão, de fato, premiados, mas neste momento, ficam como as nossas apostas.

Calouro Ofensivo do Ano

Baker Mayfield deu outra cara ao ataque do Cleveland Browns

Favorito: Baker Mayfield, quarterback do Cleveland Browns

Estatísticas: 3.725 jardas, 27 touchdowns, 14 interceptações

O Cleveland Browns esperou por muitas décadas até encontrar um bom quarterback. Baker Mayfield chegou a equipe como a primeira escolha geral do Draft, e iniciou o ano na reserva. Sua estreia foi na semana 3, contra o New York Jets, quando entrou em campo no meio da partida, e foi o grande líder para a vitória que tirou a franquia de um jejum de 635 dias sem vitórias. Virou o titular em definitivo, e depois da demissão do técnico Hue Jackson, melhorou ainda mais. A marca de 27 passes para TD é um recorde para um QB calouro - marca que pertencia ao lendário Peyton Manning. O Browns não foi aos Playoffs, mas a campanha em 7-8-1, após uma única vitória nos dois anos anteriores, é um enorme feito, e é mérito de Mayfield. Por isso, o camisa 6 é o palpite do blog para este prêmio.

Calouro Defensivo do Ano

Derwin James (33) é o forte candidato a este prêmio

Favorito: Derwin James, safety do Los Angeles Chargers

Estatísticas: 75 tackles, 3,5 sacks, 3 interceptações

Derwin James foi a aposta do Los Angeles Chargers na primeira rodada do Draft de 2018. O atleta vindo de Florida State teve uma grande temporada de estreia na NFL. O setor defensivo do Chargers melhorou muito, somando seu talento ao de outros nomes como Joey Bosa e Melvin Ingram. A equipe voltou aos Playoffs depois de cinco anos e neste momento está na semifinal da AFC.

Técnico do ano

Em seu primeiro ano como HC, Frank Reich levou o Colts aos Playoffs

Favorito: Frank Reich, técnico do Indianapolis Colts

Estatísticas: Campanha 10-6, sexto lugar na AFC, e retorno aos Playoffs após quatro anos

Frank Reich é um homem de mente ofensiva. Sua carreira como quarterback não foi grandiosa, apesar de ter no currículo o comando da maior virada de todos os tempos em um jogo de Playoffs. Desde 2008 está atuando como treinador. Seu cargo coordenador ofensivo do Philadelphia Eagles contribuiu para o desenvolvimento de Carson Wentz e levou a equipe ao seu primeiro título de Super Bowl, em 2017-18. E em 2018-19, assumiu o Indianapolis Colts como head coach, pela primeira vez na carreira sendo o treinador principal. E logo na estreia, fez uma excelente temporada. Reich liderou a equipe em uma campanha de grande superação. Após iniciar com 1-5, o Colts terminou 10-6 e garantiu sua classificação aos Playoffs, o que não acontecia desde 2014. A equipe de Indianapolis continua viva na temporada, e enfrenta o Kansas City Chiefs na fase seguinte.

Assistente do ano

Como coordenador defensivo, Vic Fangio colocou o Bears nos Playoffs - o que não ocorria desde 2010

Favorito: Vic Fangio, coordenador defensivo do Chicago Bears

Estatísticas: Menor média de pontos cedidos por jogo (17,7) e de jardas terrestres cedidas (80)

O Chicago Bears sempre foi reconhecido por seu notável setor defensivo. Desde 2015, é Vic Fangio quem tem a função de coordenador defensivo da franquia. E em 2018, a equipe evoluiu muito com seus defensores, tendo a menor média de pontos sofridos na temporada, e de jardas terrestres cedidas. Considerando as jardas totais em campo, a média de Chicago é a terceira menor de toda a NFL (299,7), e a de jardas de passe é a sétima menor (219,7). Apesar da queda precoce da equipe no Wildcard, foi louvável a campanha realizada nesta temporada. Em 2019, Fangio deixa Chicago, e passará a ser head coach do Denver Broncos.

Dirigente do ano

Ryan Pace foi peça importante na reconstrução do Chicago Bears

Favorito: Ryan Pace, General Manager do Chicago Bears

Estatísticas: Campeão da NFC Norte com campanha em 12-4 e retorno aos Playoffs após oito anos

Como General Manager do Chicago Bears desde 2015, Ryan Pace ajudou na recomposição que transformou o time de um dos piores da NFL a classificado em 2018 para os Playoffs. Este processo de reconstrução começou para valer em 2017, com a chegada do QB Mitchell Trubisky e do running back Tarik Cohen, e melhorou ainda mais em 2018, com as contratações de Allen Robinson, Taylor Gabriel, e a vinda do defensor Khalil Mack  via troca com o Oakland Raiders. O Bears tem condições de conseguir bons resultados também nos próximos anos e, quem sabe, vencer o Super Bowl novamente.

Comeback Player Of The Year

Andrew Luck voltou e recolocou o Colts no patamar dos melhores da NFL
Favorito: Andrew Luck, quarterback do Indianapolis Colts

Estatísticas: 4.593 jardas, 39 touchdowns e 15 interceptações

Em tradução livre, seria "O Retorno do Ano", prêmio dedicado a quem esteve ausente em uma temporada por lesão, e conseguiu retornar jogando muito bem. A aposta para este prêmio vai para Andrew Luck. Ao final da temporada 2016, ele machucou o ombro, e esta lesão o impediu de atuar em 2017. O quarterback voltou a ser titular em 2018, e foi o quinto de toda a liga com mais jardas lançadas, e o segundo com mais passes para touchdown. Além disso, a equipe de Indianapolis retornou aos Playoffs e está na semifinal da AFC. Luck merece, e muito, ser agraciado como Comeback Player Of The Year.

Jogador Ofensivo do Ano

Patrick Mahomes deu outra cara ao ataque do Kansas City Chiefs

Favorito: Patrick Mahomes, quarterback do Kansas City Chiefs

Estatísticas: 5.097 jardas, 50 touchdowns e 12 interceptações

Normalmente o favorito a ser o Jogador Ofensivo do Ano também tende a ser o MVP da temporada. E em 2018, ninguém jogou mais no ataque que Patrick Mahomes. Além de encaminhar o time com uma campanha em 12-4, sendo o melhor da AFC, o camisa 15 foi o líder em passes para touchdown, e o segundo em jardas lançadas. O QB está em seu segundo ano na NFL, e o primeiro como titular em todos os jogos. Adiante, falaremos mais dele e por que ele deve ganhar dois prêmios no NFL Honors.

Jogador Defensivo do Ano

Aaron Donald (99) foi o líder em sacks na temporada 2018

Favorito: Aaron Donald, defensive end do Los Angeles Rams

Estatísticas: 41 tackles e 20,5 sacks

Aaron Donald foi o líder em sacks na NFL, e comanda uma das melhores defesas de toda a liga. Ao longo da temporada, houve quem disse que ele deveria ser o MVP (seria o primeiro defensor escolhido desde 1986). Talvez ser o melhor atleta de toda a liga não será possível neste ano, mas provavelmente vai se tornar o melhor entre todos os defensores - e se isso acontecer, levará o prêmio pelo segundo ano consecutivo.

MVP

Chama o Mahomes! O QB foi o terceiro na história da NFL a ter 50 passes para TD em uma única temporada
Favorito: Patrick Mahomes, quarterback do Kansas City Chiefs

Estatísticas: 5.097 jardas, 50 touchdowns e 12 interceptações

MVP é a sigla para Most Valuable Player (Jogador Mais Valioso, em inglês), o que seria o melhor atleta da temporada. Nas últimas semanas de 2018, Patrick Mahomes nos colocou em dúvida se seria eleito o MVP da temporada, principalmente depois de duas derrotas consecutivas do Kansas City Chiefs em dezembro. Soma isso ao fato de que o quarterback Drew Brees, do New Orleans Saints, também jogou muito bem, mesmo com 39 anos. Mas nas últimas semanas, Mahomes voltou a provar que é o maior merecedor do prêmio de Jogador Mais Valioso. Em seu segundo ano como profissional, ele teve 50 passes para touchdown. Na história da NFL, somente outros dois quarterbacks alcançaram os 50 TD's em uma única temporada: Tom Brady (50) em 2007 e Peyton Manning (55) em 2013. E estes dois também foram MVP's quando conseguiram esta façanha. Mahomes deve ter o mesmo destino, e também ser agraciado como o melhor atleta da liga.