Mostrando postagens com marcador College. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador College. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de abril de 2021

Poucas trocas e apostas definidas no primeiro dia do Draft da NFL

Trevor Lawrence foi a primeira escolha geral (foto: Logan Bowles/Jacksonville Jaguars)

Começou o Draft de 2021 pela NFL nesta quinta-feira, 29 de abril, com a pomposa primeira rodada do recrutamento de jovens atletas universitários. Os primeiros 32 jogadores foram selecionados e já têm seus destinos definidos para a próxima temporada. Resta agora saber quem serão os demais escolhidos nos próximos dois dias, no evento realizado em Cleveland, no estado norte-americano de Ohio.

Draft deste ano foi sem distanciamento social – reflexo da vacinação em massa nos EUA

Entre as primeiras 32 escolhas, a busca por quarterbacks acabou se confirmando, e os cinco que estavam previstos para serem selecionados ainda na quinta-feira já têm seus destinos definidos na NFL. Além dos QB's, foram selecionados também dois running backs, um tight end, cinco wide receivers, quatro offensive tackles, um offensive guard, quatro cornerbacks, quatro linebackers, cinco EDGE's (atletas que fazem as funções de linebackers e de atletas de linha defensiva), e um defensive end.

Depois das seleções do ano passado terem sido totalmente virtuais por causa da pandemia da Covid-19, neste ano, o Draft voltou a ser presencial, com a presença de milhares de torcedores. Isso é resultado da vacinação nos Estados Unidos, que está em ritmo acelerado por lá. Mais de 200 milhões de doses já foram aplicadas, em situação bem diferente que a do Brasil, onde atualmente faltam doses em vários estados, somado ao descontrole de novos casos e mortes. Mais de 400 mil brasileiros perderam suas vidas para o coronavírus. 

Três escolhas e três QBs

Como foi esperado, as três primeiras seleções do Draft de 2021 foram de quarterbacks. O primeiro escolhido, para a surpresa de ninguém, foi Trevor Lawrence, pelo Jacksonville Jaguars, que jogou em Clemson no futebol americano universitário. O segundo selecionado, pelo New York Jets, foi Zach Wilson, atleta de BYU, escolha essa que também já era esperada.

A terceira seleção do Draft ganhava ares de expectativa, pois era do San Francisco 49ers após uma troca com o Miami Dolphins há algumas semanas. Antes do Draft, inclusive, surgiu a informação de que a equipe teria tentado trocar de posição com o Green Bay Packers para ter o quarterback Aaron Rodgers, o que não vingou, se tornando pública também a informação de que Rodgers não estava satisfeito com as negociações para a renovação de seu contrato, e uma troca do titular de Green Bay desde 2008 não está descartada. Após toda essa situação, o 49ers voltou a mirar apenas os calouros e escolheu Trey Lance, de North Dakota State.

Completando o "top 5" dos selecionados, ainda estão o tight end Kyle Pitts, da Florida, que foi a quarta escolha geral, para o Atlanta Falcons. E na quinta posição, o Cincinnati Bengals selecionou o wide receiver Ja'Marr Chase, de LSU.

Trocas e destinos de outros dois quarterbacks

O quarterback Mac Jones foi o selecionado pelo New England Patriots

Algo que traz drama e emoção durante o Draft, principalmente na primeira rodada, é quando há trocas de escolhas em tempo real. Mas em 2021, pelo menos durante o evento, tivemos apenas três mudanças de posição. A primeira delas foi feita pelo Philadelphia Eagles, que subiu da 12ª para a 10ª escolha geral para selecionar o wide receiver DeVonta Smith, de Alabama. A equipe trocou de posição com o Dallas Cowboys, que recebeu na movimentação uma escolha de terceira rodada.

Na escolha seguinte, veio a maior das trocas durante o Draft, e de maior impacto. O Chicago Bears subiu nove posições para chegar até a 11ª escolha. A equipe selecionou o quarterback Justin Fields, de Ohio State. Para ter o jogador, o Bears trocou com o New York Giants, que recebeu a 20ª escolha geral, mais a seleção de quinta rodada deste ano, e as escolhas de primeira e quarta rodadas de 2022.

Pouco depois, foi a vez do New York Jets se envolver em mais uma troca. A equipe ainda tinha a 23ª escolha geral, obtida com uma troca com o Seattle Seahawks no ano passado, e durante o Draft, subiu nove posições até a 14ª, e escolheu o offensive guard Alijah Vera-Tucker, de USC. Na movimentação, a franquia cedeu duas escolhas de primeira rodada ao Minnesota Vikings. Foi a última troca da noite.

Como falamos na prévia do Draft, haviam cinco quarterbacks favoritos a serem escolhidos ainda na primeira rodada. Quatro deles já tinham sido selecionados. E o quinto deles foi Mac Jones, de Alabama, que jogará no New England Patriots. É o primeiro QB escolhido em primeira rodada por New England desde Drew Bledsoe, em 1993. Vale lembrar que Tom Brady, peça-chave nos seis títulos de Super Bowl da franquia, foi escolha de sexta rodada no Draft de 2000. Será Jones o responsável para a reconstrução do time nos próximos anos.

Draft continua nesta sexta-feira

Nesta sexta-feira, 30 de abril, o Draft continua com as seleções de segunda e terceira rodadas, a partir das 20h, com transmissão da ESPN2 para o Brasil. Também será o dia em que veremos as primeiras escolhas de Houston Texans, Seattle Seahawks, Los Angeles Rams e Kansas City Chiefs, que estiveram ausentes na rodada inicial.

Escolhas da primeira rodada do Draft: 

1) Jacksonville Jaguars – Trevor Lawrence (Clemson), quarterback

2) New York Jets – Zach Wilson (BYU), quarterback

3) San Francisco 49ers – Trey Lance (North Dakota State), quarterback

4) Atlanta Falcons – Kyle Pitts (Florida), tight end

5) Cincinnati Bengals – Ja'Marr Chase (LSU), wide receiver

6) Miami Dolphins – Jaylen Waddle (Alabama), wide receiver

7) Detroit Lions – Penei Sewell (Oregon), offensive tackle

8) Carolina Panthers – Jaycee Horn (Soutch Carolina), cornerback

9) Denver Broncos – Patrick Surtain II (Alabama), cornerback

10) Philadelphia Eagles – DeVonta Smith (Alabama), wide receiver

11) Chicago Bears – Justin Fields (Ohio State), quarterback

12) Dallas Cowboys – Micah Parsons (Penn State), linebacker

13) Los Angeles Chargers – Rashwn Slater (Northwestern), offensive tackle

14) New York Jets – Alijah Vera-Tucker (USC), offensive guard

15) New England Patriots – Mac Jones (Alabama), quarterback

16) Arizona Cardinals – Zaven Collins (Tulsa), linebacker

17) Las Vegas Raiders – Alex Leatherwood (Alabama), offensive tackle

18) Miami Dolphins – Jaelan Phillips (Miami), EDGE

19) Washington Football Team – Jamin Davis (Kentucky), linebacker

20) New York Giants – Kadarius Toney (Florida), wide receiver

21) Indianapolis Colts – Kwity Paye (Michigan), EDGE

22) Tennessee Titans – Caleb Farley (Virginia Tech), cornerback

23) Minnesota Vikings – Christian Darrisaw (Virginia Tech), offensive tackle

24) Pittsburgh Steelers – Najee Harris (Alabama), running back

25) Jacksonville Jaguars – Travis Etienne (Clemson), running back

26) Cleveland Browns – Greg Newsome (Northwestern), cornerback

27) Baltimore Ravens – Rashod Bateman (Minnesota), wide receiver

28) New Orleans Saints – Payton Turner (Houston), defensive end

29) Green Bay Packers – Eric Stokes (Georgia), cornerback

30) Buffalo Bills – Gregory Rousseau (Miami), EDGE

31) Baltimore Ravens  – Jayson Oweh (Penn State), EDGE

32) Tampa Bay Buccaneers – Joe Tryon (Washington), linebacker

quinta-feira, 29 de abril de 2021

Confira o Mock Draft do Left Tackle Brasil

O quarterback Trevor Lawrence é o favorito a ser a primeira escolha geral do Draft deste ano (foto: Mark Rebilas/USA Today Sports)

É dia de Draft da NFL. O recrutamento de atletas universitários que iniciarão sua vida profissional em 2021 se inicia nesta quinta-feira, 29 de abril, a partir das 21h. São grandes as expectativas para este evento, que neste ano volta a ser presencial graças ao avanço da vacinação contra a Covid-19 nos Estados Unidos.

Nestas horas que antecedem o evento, uma aposta bacana é a de avaliar quais serão os selecionados na primeira rodada. São 32 escolhas ao todo, de acordo com os anseios de cada franquia para se reforçar para a próxima temporada. É o chamado "Mock Draft", feito por centenas de especialistas que cobrem a NFL ao redor do planeta. E como hoje é um dia especial, também farei aqui a minha lista.

Vale ressaltar que a ordem da primeira rodada do Draft é até o fechamento deste texto, mas ela pode ser alterada a qualquer momento caso dois ou mais times entrem em acordo para uma troca de posição. Também é comum ver trocas na ordem de seleção durante o próprio Draft, gerando uma emoção a mais para quem está assistindo.

Confira abaixo nossos palpites para a primeira rodada do Draft:

1) Jacksonville Jaguars – Trevor Lawrence (Clemson), quarterback

2) New York Jets – Zach Wilson (BYU), quarterback

3) San Francisco 49ers (via Houston Texans, em troca com o Miami Dolphins) – Mac Jones (Alabama), quarterback

4) Atlanta Falcons – Patrick Surtain (Alabama), cornerback

5) Cincinnati Bengals – Penei Sewell (Oregon), offensive line

6) Miami Dolphins (via Philadelphia Eagles) – Devonta Smith (Alabama), wide receiver

7) Detroit Lions – Micah Parsons (Penn State), linebacker

8) Carolina Panthers – Ja'Marr Chase (LSU), wide receiver

9) Denver Broncos – Jeremiah Owusu-Koramoah (Notre Dame), linebacker

10) Dallas Cowboys – Jaycee Horn (South Carolina), cornerback

11) New York Giants – Rashawn Slater (Northwestern), offensive line

12) Philadelphia Eagles (via San Francisco 49ers, em troca com o Miami Dolphins) – Christian Barmore (Alabama), defensive line

13) Los Angeles Chargers – Christian Darrisaw (Virginia Tech), offensive line

14) Minnesota Vikings – Jayson Oweh (Penn State), defensive line/linebacker

15) New England Patriots – Justin Fields (Ohio State), quarterback

16) Arizona Cardinals – Allijah Vera-Tucker (USC), offensive line

17) Las Vegas Raiders – Kwity Paye (Michigan), defensive line/linebacker

18) Miami Dolphins – Landon Dickerson (Alabama), offensive line

19) Washington Football Team – Kyle Pitts (Florida), tight end

20) Chicago Bears – Trey Lance (North Dakota State), quarterback

21) Indianapolis Colts – Jaylen Waddle (Alabama), wide receiver

22) Tennessee Titans – Elijah Moore (Mississipi), wide receiver

23) New York Jets (via Seattle Seahawks) – Greg Newsome (Northwestern), cornerback

24) Pittsburgh Steelers – Teven Jenkins (Oklahoma State), offensive line

25) Jacksonville Jaguars (via Los Angeles Rams) – Caleb Farley (Virginia Tech), cornerback

26) Cleveland Browns – Azeez Ojulari (Georgia), defensive line/linebacker

27) Baltimore Ravens – Zaven Collins (Tulsa), linebacker

28) New Orleans Saints – Tyson Campbell (Georgia), cornerback

29) Green Bay Packers – Kadarius Toney (Florida), wide receiver

30) Buffalo Bills – Jaelan Philips (Miami), defensive line/linebacker

31) Baltimore Ravens (via Kansas City Chiefs) – Quinn Meinerz (Winsconsin-Whitewater), offensive line

32) Tampa Bay Buccaneers – Travis Etienne (Clemson), running back

Draft presencial e provável top 3 com quarterbacks: as expectativas para o evento de 2021

Após recrutamento "home office" de 2020, evento deste ano tem palco montado em Cleveland (foto: Steve Luciano/AP)


Todos os anos, a esperança para que cada franquia da NFL melhore seu desempenho à longo prazo se reforça através do Draft. É ele que o futuro de seu time é definido, com a chegada daqueles que podem se tornar ídolos por gerações. Ou a escolha feita pode não sair como planejado e dar tudo errado nos próximos anos, gerando consequências desastrosas. É um evento e tanto para quem gosta de conhecer os novos atletas da National Football League.

Nesta quinta-feira, 29 de abril, a NFL inicia o Draft de 2021, que vai até sábado, 1º de maio. Mais de 250 atletas universitários serão selecionados pelas 32 franquias da liga, um a um, de acordo com a ordem de escolha de cada time. O evento deste ano será na cidade de Cleveland, no norte dos Estados Unidos, e será o retorno da realização de um Draft presencial, especialmente por conta do avanço na vacinação contra a Covid-19 no país, em que mais de 200 milhões de doses já foram aplicadas na população. No ano passado, o recrutamento foi totalmente virtual, ainda por conta da primeira onda da pandemia. 

Pelo primeiro dia, somente a primeira rodada é realizada, com 32 atletas escolhidos (um para cada equipe), de acordo com a ordem inversa do ano anterior. Mas na prática, quatro equipes estarão fora desta rodada inicial, pelo menos por enquanto, por terem trocado suas escolhas com outras franquias, casos de Houston Texans, Seattle Seahawks, Los Angeles Rams e Kansas City Chiefs. Vale ressaltar que durante o recrutamento são realizadas trocas entre os times na ordem de escolha, e nestas movimentações, mais times podem se afastar das primeiras 32 seleções.

O quarterback Trevor Lawrence é o favorito a ser a primeira escolha geral no Draft (foto: Mark Rebilas/USA Today Sports)


Voltando os olhos para os prospectos, como são chamados os calouros ainda sem time, a posição de quarterback reúne cinco atletas que são vistos com bons olhos por muitos general managers. E três deles devem ser escolhidos já nas três primeiras seleções. O favorito para a primeira escolha geral, que será do Jacksonville Jaguars, é Trevor Lawrence, de Clemson, que há anos é tido como uma potencial estrela da NFL. O possível segundo escolhido, pelo New York Jets, é Zach Wilson, de BYU. Já o San Francisco 49ers tem a terceira escolha, adquirida via troca com o Miami Dolphins, e, segundo o repórter Ian Rapoport, da NFL Network, a franquia ainda está na dúvida de quem selecionar, se será Trey Lance, de North Dakota State, ou Mac Jones, de Alabama. O quinto quarterback no grupo dos bem avaliados é Justin Fields, de Ohio State, que provavelmente deve ser selecionado na primeira rodada também.

Nas demais posições de ataque, os favoritos para serem os primeiros selecionados são os wide receivers Devonta Smith, de Alabama e Ja'Marr Chase, de LSU; o running back Travis Etienne, de Clemson; o tight end Kyle Pitts, da universidade da Florida; e o offensive tackle Penel Sewell, de Oregon. Pelo setor defensivo, os calouros com potencial de escolha na primeira rodada são os cornerbacks Patrick Surtain II, de Alabama, e Jaycee Horn, de South Carolina; os linebackers Micah Parsons, de Penn State, e Jeremiah Owusu-Koramoah, de Notre Dame; e o defensive tackle Christian Barmore, de Alabama.

O Draft de 2021 começa nesta quinta-feira, 29 de abril, a partir das 21h, horário de Brasília, com transmissão ao vivo da ESPN – que também exibirá as escolhas de segunda e terceira rodada, na sexta-feira, 30. O Left Tackle Brasil fará ampla cobertura dos selecionados nas redes sociais, pelo Twitter, Facebook e Instagram.

Ordem da primeira rodada do Draft de 2021 até este momento:

1) Jacksonville Jaguars

2) New York Jets

3) San Francisco 49ers (via Houston Texans, em troca com o Miami Dolphins)

4) Atlanta Falcons

5) Cincinnati Bengals

6) Miami Dolphins (via Philadelphia Eagles)

7) Detroit Lions

8) Carolina Panthers

9) Denver Broncos

10) Dallas Cowboys

11) New York Giants

12) Philadelphia Eagles (via San Francisco 49ers, em troca com o Miami Dolphins)

13) Los Angeles Chargers

14) Minnesota Vikings 

15) New England Patriots

16) Arizona Cardinals

17) Las Vegas Raiders

18) Miami Dolphins

19) Washington Football Team

20) Chicago Bears

21) Indianapolis Colts

22) Tennessee Titans

23) New York Jets (via Seattle Seahawks)

24) Pittsburgh Steelers

25) Jacksonville Jaguars (via Los Angeles Rams)

26) Cleveland Browns

27) Baltimore Ravens

28) New Orleans Saints

29) Green Bay Packers

30) Buffalo Bills

31) Baltimore Ravens (via Kansas City Chiefs)

32) Tampa Bay Buccaneers

domingo, 18 de outubro de 2020

Vote no Left Tackle Brasil no Prêmio Press 2020



Em tempos de campanha eleitoral, venho aqui pedir o seu voto. Mas não é para vereador ou para prefeito da sua cidade. O meu pedido é para que você, leitora ou leitor que me já acompanha aqui – ou que está chegando agora neste post porque alguém lhe indicou – vote em mim no Prêmio Press 2020, considerado o Oscar do jornalismo no Rio Grande do Sul.

Em 21 anos deste prêmio, realizado pela Revista Press, nunca um jornalista que cobre o futebol americano no Estado ficou entre os cinco finalistas nas 17 categorias. Portanto, te convido a contribuir para que, pela primeira vez, alguém que acompanha o esporte da bola oval tenha a oportunidade de vencer o Prêmio Press.

Para quem ainda não me conhece, eu me apresento agora. Sou o Ruan Nascimento, tenho 29 anos e sou de Estância Velha, cerca de 45 quilômetros de Porto Alegre. Decidi ser jornalista ainda na adolescência, com 12 anos, mas digo que nasci com o jornalismo em mim desde cedo. Eu aprendi a ler quando tinha três anos de idade, antes mesmo de ir para a escola, com os jornais que o meu avô assinava na época. Me lembro de, ainda criança, adorar assistir aos telejornais como o Jornal Nacional, o Fantástico e o RBS Notícias, por exemplo. Mas o que mais me chamava a atenção eram as coberturas esportivas, seja com as partidas de futebol, as corridas da Fórmula 1 ou com os Jogos Olímpicos. Então, quando decidi que seria jornalista, sabia que o caminho dos esportes era o que eu deveria seguir.

A primeira partida que vi da National Football League foi em 2008, quando em um domingo de Carnaval, por acaso descobri que a Band passaria a reprise do Super Bowl XLII, em que o New York Giants venceu o então invicto New England Patriots – que viria a ser meu time quando, de fato, passei a ver a competição. Porém, na época ainda não sabia disso (risos). Nesta partida, não entendi nada, apesar de ter gostado do esporte. E como não tinha TV por assinatura na época, e nem tinha internet em banda larga, vi este jogo apenas e nada mais nos próximos três anos.

Entrei na faculdade de Jornalismo em 2010, pela Universidade Feevale. Em 2011, finalmente pude acompanhar a NFL, e me apaixonei pela liga, mesmo sem entender muita coisa do que estava acontecendo. Aos poucos, fui consumindo mais conteúdo do esporte, e aprimorando o meu conhecimento  – compartilhando, via Twitter, o que eu já conhecia. Até que, em 2015, ganhei a oportunidade de participar de um programa especial na Rádio Guaíba que seria todo dedicado ao Super Bowl, que naquele ano foi o Super Bowl XLIX, entre New England Patriots e Seattle Seahawks, passando para o público ouvinte as regras do esporte, os fatos que envolviam aquela decisão – que seria no dia seguinte – e curiosidades da modalidade. 

E foi deste momento que, pela primeira vez, mirei a possibilidade de usar a minha paixão pela NFL como forma de gerar conteúdo. Como estava no meu ano de conclusão de curso, a ideia foi adiada para o ano seguinte. Aos poucos, fui estruturando o projeto, estudando que nome usar, e como o usaria. Assim, em 17 de julho de 2016, surgiu o Left Tackle Brasil. 

Já são quatro anos de blog, e cobrindo a NFL em nossa quinta temporada. Sobrevivemos durante crises, retomadas, e também na pandemia do novo coronavírus – na qual, sempre que publicamos notícias sobre algo relacionado à Covid-19 no futebol americano, utilizamos dados e sem esquecer das recomendações de prevenção da doença. O Left Tackle Brasil cresceu, e está aqui, onde você confere nosso conteúdo; em nosso Twitter, no qual durante a rodada, tem cobertura em tempo real; no Facebook, publicando o que também é notícia aqui no blog; e no Instagram, onde publicamos fotos e vídeos, além de análises, opiniões e explicações sobre o tema – além de transmitir as lives do nosso podcast, o Maratona NFL, produzido em parceria com Mia Mastrocolo e Carlos Oliveira. O LT também está presente nas minhas participações, seja com comentários, como na própria Rádio Guaíba e na GaúchaZH, ou com textos, como em fevereiro deste ano, em que publiquei uma reportagem sobre o Super Bowl LIV no jornal ABC, do Grupo Sinos.

Por toda esta trajetória eu só tenho a agradecer a vocês. Por isso eu peço o seu voto para o Prêmio Press, e assim buscar o reconhecimento também a nível estadual. Para votar, basta acessar o link da premiação, e na categoria "Jornalista de Internet", digitar "Ruan Nascimento - lefttacklebrasil.blogspot.com" (o link do meu blog). O site permite um voto por dia a cada CPF. Se até o dia 1º de novembro estivermos entre os cinco mais votados, vamos para a final e,  Eu digo "vamos" porque carrego cada um de vocês comigo nesta jornada. E sem seu apoio eu não teria chegado até aqui.
 
Votação é até o dia 1º de novembro

E se você ainda não conhece o meu trabalho, siga o Left Tackle Brasil nas redes sociais, e acompanhe o nosso conteúdo. Muita coisa boa ainda virá pela frente. 

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Tradicionais conferências do College Football adiam a temporada 2020



A temporada de 2020 do College Football, que já estava em vias de estar ameaçada em razão da pandemia da Covid-19, não terá a presença de duas das maiores conferências neste ano. Nesta terça-feira, 11 de agosto, a Big Ten e a Pac-12, confirmaram que não jogarão neste segundo semestre, quando normalmente aconteceria a temporada do futebol americano universitário.

Ambas as decisões ocorrem por conta das incertezas de garantir a preservação da saúde de todos os jogadores caso a temporada ocorresse a partir do final deste mês. Diferente da NFL, liga com menos jogadores e e de 32 times, no College, só na primeira divisão, são mais de 100 universidades norte-americanas, e por equipe, os elencos chegam a cerca de 100 atletas. Ou seja, o risco de contágio pelo novo coronavírus seria maior do que na competição profissional. Além disso, as próprias universidades dos Estados Unidos cancelaram as aulas presenciais, e os atletas universitários costumam residir no seu campus.

A Big Ten é composta por 14 universidades. Entre elas, grandes nomes como as universidades de Michigan, Ohio State, Penn State e Wisconsin. Já a Pac-12 tem 12 instituições de ensino superior, todas elas resididas no Oeste dos Estados Unidos. Entre as principais, estão as universidades do Oregon, California, UCLA, Washington State, Stanford e Arizona.

No caso da Big Ten, a conferência estuda a possibilidade de voltar na primavera nos Estados Unidos, entre março e junho do ano que vem. Neste caso, a temporada 2020/21 conflitaria com o Draft da própria NFL, previsto para ser entre 29 de abril e 1º de maio. "Com o passar do tempo e após horas de discussão com a nossa força-tarefa para doenças infecciosas da Big Ten, ficou muito claro que havia muita incerteza com relação aos riscos médicos potenciais para permitir que nossos alunos-atletas competissem neste outono", disse o comissário da conferência, Kevin Warren. 

Com as ausências da Big Ten e Pac-12, duas das cinco grandes conferências do futebol americano universitário, junto com as conferências ACC, Big 12 e SEC estarão fora da próxima temporada. Por enquanto, as demais entidades não se manifestaram. É possível que mais desistências possam ocorrer.

Covid-19

Os Estados Unidos seguem como o país com maior número de infectados e vítimas fatais do novo coronavírus. De acordo com o levantamento da universidade Johns Hopkins, nesta terça-feira, 11 de agosto, 5.124.050 pessoas foram infectadas, e 164.593 mortes.

Já o Brasil permanece na segunda posição, e assim como nos Estados Unidos, a situação por aqui parece estar longe de ser controlada. Já são 102.034 brasileiros que perderam a vida para a Covid-19, e 3.068.138 casos confirmados, segundo o consórcio de veículos de imprensa, conforme o balanço divulgado às 13h desta terça-feira.

sábado, 20 de junho de 2020

Atletas do Buccaneers testam positivo para a Covid-19

Foto: WFTS

O Tampa Bay Buccaneers divulgou neste sábado, 20 de junho, que alguns atletas de seu elenco testaram positivo para o novo coronavírus. A equipe não identificou os nomes e não indicou quantos jogadores estão infectados.

Apesar de alarmante, a franquia anunciou que todos os pacientes e as pessoas que tiveram contato com eles estão em casa, e respeitando a quarentena de duas semanas, de acordo com os protocolos de prevenção ao contágio da Covid-19. "Ativamos imediatamente nosso Plano de Resposta para a Covid-19 e desocupamos nossas áreas afetadas, que permanecerão fechadas até que a higienização seja concluída. Os indivíduos que podem ter sido expostos já foram notificados e seguem os protocolos estabelecidos, que incluem uma quarentena no período de 14 dias", diz o Buccaneers.

Nos últimos dias, as franquias da NFL estão aplicando testes nos seus funcionários, incluindo os jogadores, por isso as notificações recentes. Na sexta-feira, 19, um atleta do San Francisco 49ers testou positivo para a doença. Na segunda-feira, também houve a confirmação de jogadores infectados no Dallas Cowboys e do Houston Texans – o running back Ezekiel Elliott, de Dallas, entre eles.

No College Football, na sexta-feira, houve a confirmação de 28 casos positivos entre jogadores e membros da comissão técnica de Clemson, atual vice-campeã do futebol americano universitário.

Atualizações sobre a Covid-19

Os Estados Unidos têm mais casos totais e mortes por Covid-19, segundo dados da universidade Johns Hopkins. Até o momento, foram 2.293.455 casos confirmados e 121.357 mortes.

Na segunda posição em ambos os números, está o Brasil, atualmente no epicentro da pandemia, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com o consórcio de veículos de imprensa, que apurou informações com as Secretarias Estaduais de Saúde neste sábado, o Brasil atingiu a triste marca de 50 mil mortes por Covid-19. São 50.058 óbitos em nosso país, e 1.070.139 casos confirmados.

*Atualizado às 20h17

domingo, 20 de maio de 2018

Os estádios do futebol americano usados na Copa de 1994

Por conta dos gigantescos estádios, a Copa de 1994 foi a de maior média de público na história

Você deve estar estranhando o fato de que estamos falando da Copa do Mundo aqui no Left Tackle Brasil, isso porque o nosso foco é o futebol americano. Mas é fato de que o esporte da bola oval muitas vezes entra no cenário de outras grandes competições esportivas. E é importante sempre ressaltar que a modalidade que amamos tem suas origens no futebol da bola redonda.

E como a Copa do Mundo de 2018, na Rússia, se aproxima, nada melhor do que relembrar que, há 24 anos, estádios da NFL e de algumas universidades norte-americanas serviram de palco para a maior competição de futebol do planeta.

Ao pensar na Copa de 1994, é comum lembrarmos do belo ataque brasileiro com Romário e Bebeto, das surpreendentes Suécia, Bulgária e Romênia chegando longe, do pênalti perdido pelo italiano Roberto Baggio e, é claro, do narrador Galvão Bueno gritando a plenos pulmões "É TETRA", quando o Brasil conquistou o título mundial. Mas aquela edição nos Estados Unidos tem fortes relações com o futebol americano.

Todos os nove estádios daquela competição são (ou eram) usados também para jogos da NFL ou College Football. Alguns deles ainda existem, e outros acabaram sendo implodidos, para a reconstrução de outras arenas. Neste texto você vai ver como é que cada um deles está em seu momento atual (isso se ele ainda existe).

Pasadena (região de Los Angeles)

Estádio: Rose Bowl



Começamos falando do Rose Bowl, estádio que foi palco da grande final da Copa de 94, entre Brasil e Itália, além da semifinal brasileira contra a Suécia. Este foi o maior dos locais que sediaram pelo menos um jogo da competição. Até hoje sua capacidade total se aproxima das 100 mil pessoas. Sua inauguração foi em 1922, e desde 1923 sedia o Rose Bowl Game, um dos jogos festivos do final da temporada do College Football. A arena nunca teve um time mandante na NFL, mas já sediou cinco Super Bowls, sendo o último o Super Bowl XXVII, vencido pelo Dallas Cowboys contra o Buffalo Bills, em 1993. Atualmente, além do já citado Rose Bowl Game, o estádio sedia as partidas de UCLA na temporada regular, e eventuais jogos de futebol, como o duelo entre Brasil e Equador na Copa América Centenário, de 2016.

Chicago

Estádio: Soldier Field



Este é outro estádio que continua na ativa, e o único que ainda sedia jogos da NFL. O nome já entrega, é a casa do Chicago Bears desde sua inauguração, em 1924. A arquitetura atual pouco lembra a da Copa de 94, no local onde aconteceu a abertura do mundial, entre Alemanha e Bolívia. Dez anos depois da competição, em 2004, o estádio passou por uma grande reforma, e hoje é um local totalmente modernizado, com o padrão da NFL.

Arlington (região de Dallas)

Estádio: Cotton Bowl



Na Copa do Mundo, o estádio recebeu o dramático duelo entre Brasil e Holanda, vencido pela Seleção por 3 a 2. Construído em 1932, o estádio recebeu muitos jogos importantes ao longo de sua história, em especial os de College Football. O Dallas Cowboys também mandou suas partidas lá em seus primeiros anos, na década de 1960. Atualmente, o Cotton Bowl é usado para eventos esportivos de menor relevância.

Orlando

Estádio: Citrus Bowl



Único palco residente no estado da Florida, o Citrus Bowl foi inaugurado em 1936, mas seu nome atual é Camping World Stadium. O local é palco do Buffalo Wild Wings Citrus Bowl, que também faz parte da Bowl Season do College Football. Além dos jogos de futebol americano universitário, é atualmente a casa do Orlando City FC, time de futebol da Major League Soccer (MLS).

Washington

Estádio: RFK Stadium



Inaugurado em 1961, o local foi usado pelo Washington Redskins de 1961 (ano de inauguração) até 1996. Por ser multiuso, também foi o estádio de dois times da Major League Baseball (MLB), o Washington Senators (atual Texas Rangers) e o Washington Nationals. Até 2017, o DC United, da MLS, jogava lá.

Palo Alto (região de São Francisco)

Estádio: Stanford Stadium



Na Copa de 1994, foi carinhosamente chamado de "A Casa da Seleção Brasileira", isso porque três dos jogos do Brasil foram na cidade (contra Rússia, Camarões e Estados Unidos). Ele é até hoje a casa da universidade de Stanford, e recebe com frequência os jogos do College Football. Em 1985, o Super Bowl XIX, entre San Francisco 49ers e Miami Dolphins, vencido pelo 49ers, foi lá. Em 2005, o estádio foi demolido, mas reconstruíram outro de mesmo nome e no mesmo lugar, mais moderno que sua versão anterior.

Foxboro (região de Boston)

Estádio: Foxboro Stadium



Inaugurado em 1970, este foi o estádio do New England Patriots até 2001. O local recebeu seis jogos da Copa do Mundo de 1994, incluindo as quartas de final entre Itália e Espanha. Foi no último ano do estádio que Tom Brady jogou pela primeira vez, na temporada que terminou com o primeiro título de Super Bowl da franquia. Em 2002, o Foxboro Stadium foi demolido, e ao lado foi construído o Gillette Stadium, atual casa da equipe.

East Rutherford (região de Nova York)

Estádio: Giants Stadium



Inaugurado nos anos 1970, o local recebeu inúmeros jogos da NFL. Apesar do nome, o Giants Stadium era a sede dos dois times de Nova York, o New York Giants e o New York Jets. Antes da Copa de 1994, o local testemunhou os últimos gols de Pelé, quando defendeu o New York Cosmos. O New York Red Bulls, da MLS, também atuava lá  Em 2010 houve a demolição do Giants Stadium. Hoje, onde era o terreno, é agora o estacionamento do Metlife Stadium, a atual arena de Giants e Jets.

Detroit

Estádio: Pontiac Silverdome



Palco de Brasil e Suécia, na fase de grupos, o Pontiac Silverdome foi o único estádio coberto daquele mundial. A inauguração foi em 1975, no local que recebeu muitos jogos do Detroit Lions. A arena recebeu o Super Bowl XVI, entre San Francisco 49ers e Cincinnati Bengals, em 1982. O Lions jogou por lá até 2001, quando se mudou para o Ford Field. Dali em diante, o local se tornou o que chamamos de "elefante branco", quando uma construção deixa de ter serventia, acumulando água, mofo e até mesmo árvores em suas instalações. Em 2017, o que seria a demolição se transformou em uma tentativa fracassada. Na hora de implodir, os engenheiros usaram menos bombas o suficiente, e as vigas principais do Silverdome ainda resistem. O estádio com tantas histórias legais hoje vive uma fase extremamente agonizante.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Draft - o início da vida profissional na NFL

Edição de 2018 será em Dallas, entre os dias 26 e 28 de abril

Estamos no mês de abril, e já faltam poucos dias para a chegada do principal evento da Offseason da NFL, o Draft. É este o momento em que mais de 200 jogadores vindos do College Football, o futebol americano universitário, passam a fazer parte da principal liga profissional do esporte. A edição de 2018 ocorre nos dias 26, 27 e 28 de abril.

Diante da sua importância, nós do Left Tackle Brasil passamos à você informações a respeito de qual é o seu significado e porque o Draft é tão fundamental para o sucesso de uma franquia da liga à longo prazo. Talvez quem esteja lendo este texto nunca acompanhou o Draft, ou até assiste a NFL há um bom tempo, sem dar tantas atenções ao seu funcionamento. E por isso abrimos nossa cobertura com informações mais básicas.

Antes de falarmos propriamente do Draft, é importante analisar sobre como se forma um jogador profissional. Tudo começa ainda na infância, nas escolas dos Estados Unidos. São feitos recrutamentos internos entre os alunos, e quem tem o interesse de praticar o esporte, poderá treinar e participar de competições.

Ao concluir o Ensino Médio, os atletas recebem propostas de centenas de universidades. Quanto melhor for um jogador na escola, mais chances ele terá de ingressar em uma das principais instituições de ensino superior no país. Estes jogadores recebem bolsas de estudo, e participam do College Football, que tem sua temporada regular entre o final de agosto e início de dezembro.

A carreira universitária dura apenas quatro anos. Quem for bem no College, tem mais chances de ir para a NFL. É importante ressaltar que o futebol americano universitário não é uma categoria de base no esporte. Os treinadores querem o melhor de seus atletas, para que suas equipes conquistem títulos, e não para formá-los para a vida profissional.

Na pior das hipóteses, se um jogador for mal, ele ainda garante uma formação superior. Quanto aos jogadores que foram bem, são esses os que após a conclusão da vida universitária, terão uma oportunidade de iniciar a carreira profissional. E o melhor meio de garantir esta entrada na NFL é pelo Draft.

Quando acaba uma temporada, as equipes da National Football League precisam reorganizar seus elencos para o ano seguinte. Por conta do teto salarial, é impossível manter um time perfeito, até porque os jogadores bons e veteranos se valorizam, e querem ganhar mais. Além disso, há as perdas de jogadores em determinadas posições, e a carência em setores de baixo desempenho. A melhor forma de recompor o grupo, adquirindo talentos jovens e de salários baixos, é através do recrutamento que o Draft permite.

Para haver um sistema justo e manter o equilíbrio na liga, o Draft funciona da seguinte forma. Cada time escolhe um jogador por vez em cada rodada (são sete rodadas, no total), em uma ordem inversa ao desempenho de uma franquia na temporada anterior. Ou seja, o pior seleciona primeiro, e o melhor (o atual campeão) escolhe por último. Pior time de 2017, o Cleveland Browns terá a primeira escolha geral de 2018. Assim, o pior time tem, na teoria, a oportunidade de escolher o melhor atleta universitário na posição desejada.

A ordem de escolhas pode ser alterada conforme as necessidades das equipes, através de trocas por posição do Draft ou então por outros jogadores. É por isso que alguns times escolhem mais de uma vez por rodada. Por exemplo, ao ter feito uma troca com o Houston Texans no Draft de 2017, o Cleveland Browns terá duas escolhas de primeira rodada neste ano. A primeira, sua escolha original, e a quarta, adquirida via troca com o Texans.

O Draft não é uma ciência exata. O fato de determinado jogador ser a primeira escolha geral não é uma garantia de que fará sucesso na NFL. Da mesma forma, se alguém for escolhido na sexta ou sétima rodada, não significa de que o atleta será um fracasso como profissional. Para não ficarmos só no exemplo de Tom Brady, o wide receiver Antonio Brown, do Pittsburgh Steelers, também foi escolhido na sexta rodada, em 2010.

Faltam poucos dias para a edição de 2018 do Draft. É a hora de conhecer quais serão os novos atletas profissionais, e assim acompanhar o início da trajetória destes jogadores. Para quem nunca assistiu, vale a pena acompanhar o Draft, e todo o espetáculo que ronda este grande evento.

Confira abaixo a ordem de escolhas da primeira rodada do Draft de 2018:

1ª - Cleveland Browns

2ª - New York Giants

3ª - New York Jets (via Indianapolis Colts)

4ª - Cleveland Browns (via Houston Texans)

5ª - Denver Broncos

6ª - Indianapolis Colts (via New York Jets)

7ª - Tampa Bay Buccaneers

8ª - Chicago Bears

9ª - San Francisco 49ers

10ª - Oakland Raiders

11ª - Miami Dolphins

12ª - Buffalo Bills (via Cincinnati Bengals)

13ª - Washington Redskins

14ª - Green Bay Packers

15ª - Arizona Cardinals

16ª - Baltimore Ravens

17ª - Los Angeles Chargers

18ª - Seattle Seahawks

19ª - Dallas Cowboys

20ª - Detroit Lions

21ª - Cincinnati Bengals (via Buffalo Bills)

22ª - Buffalo Bills (via Kansas City Chiefs)

23ª - New England Patriots (via Los Angeles Rams)

24ª - Carolina Panthers

25ª - Tennessee Titans

26ª - Atlanta Falcons

27ª - New Orleans Saints

28ª - Pittsburgh Steelers

29ª - Jacksonville Jaguars

30ª - Minnesota Vikings

31ª - New England Patriots

32ª - Philadelphia Eagles

sábado, 29 de abril de 2017

Último dia do Draft tem mais de 100 jogadores selecionados.



Em três dias, foram exatos 253 atletas universitários selecionados no Draft da NFL, realizado na Philadelphia. Na quinta-feira (27), tivemos as 32 primeiras escolhas, envolvendo os melhores jogadores do College. No dia seguinte, na sexta-feira (28), a segunda e terceira rodadas contaram com a seleção de bons prospectos que ficaram de fora das primeiras picks.

Já no último dia, as franquias vão em busca não mais pelo melhor prospecto, mas sim para encontrar a melhor opção disponível para a posição que tiveram alguma carência em 2016. Neste sábado (29), foram 146 jogadores que tiveram seus nomes lidos.

O número de atletas que farão parte da liga será maior que os 253 do Draft. Quem ficou de fora da seleção pode ser contratado como calouro não-draftado, principalmente por franquias que tiveram poucas escolhas.

Ficar de fora do Draft não significa que sua carreira na NFL não pode ter sucesso. Kurt Warner, quarterback Hall da Fama e duas vezes MVP da liga, não passou pelo Draft. E recentemente, o cornerback Malcolm Butler foi decisivo no Super Bowl XLIX, com a interceptação que deu o título do New England Patriots. E ele também não foi draftado.

Também havia a expectativa para quem seria a última escolha do Draft

Se na quinta-feira, todos queriam saber quem seria a primeira escolha geral, no sábado a noite, a dúvida era para quem seria o último atleta a ser chamado no Draft. Com a escolha compensatória de número 253, o Denver Broncos selecionou o quarterback Chad Kelly, de Mississipi, sendo o "Mr. Irrelevant" de 2017. Kelly é sobrinho de Jim Kelly, lendário QB do Buffalo Bills pelos anos 80 e 90, e que está no Hall da Fama da NFL.

Veja agora todos os atletas selecionados neste sábado:

4ª rodada

108ª Packers 

Vince Biegel (Wisconsin), linebacker

109ª Vikings 

Jaleel Johson (Iowa), defensive tackle.

110ª Jaguars 

Dede Westbrook (Oklahoma), wide receiver

111ª Seahawks 

Tedric Thompson (Colorado), Safety

112ª Bears 

Eddie Jackson (Alabama), safety

113ª Chargers 

Rayshawn Jenkins (Miami), safety

114ª Redskins 

Samaje Perine (Oklahoma), running back

115ª Cardinals 

Dorian Johnson (Pittsburgh), offensive guard

116ª Bengals 

Carl Lawson (Auburn), linebacker

117ª Rams 

Josh Reynolds (Texas A&M), wide receiver

118ª Eagles

Mack Hollins (North Carolina), wide receiver

119ª Bears 

Tarik Cohen (North Carolina AT&T), running back

120ª Vikings

Blen Gedeon (Michigan), linebacker

121ª 49ers 

Joe Williams (Utah), running back

122ª Ravens 

Nico Siragusa (San Diego State), offensive guard

123ª Redskins

Montae Nicholson (Michigan State), safety

124ª Lions 

Jalen Reeves-Maybin (Tennessee), linebacker

125ª Rams 

Samson Ebukan (Eastern Washington), linebacker.

126ª Browns 

Howard Wilson (Houston), cornerback

127ª Lions 

Michael Roberts (Toledo), tight end

128ª Bengals

Josh Malone (Tennessee), wide receiver

129ª Raiders

David Sharpee (Florida), offensive tackle

130ª Texans 

Julie'n Davenport (Bucknell), offensive tackle

131ª Patriots

Deatrich Wise (Arkansas), defensive end

132ª Eagles 

Donney Pumphrey (San Diego State), running back

133ª Cowboys

Ryan Switzer (North Carolina), wide receiver

134ª Packers 

Jamaal Williams (BYU), running back

135ª Steelers

Joshua Dobbs (Tennessee), quarterback

136ª Falcons

Sean Harlow (Oregon State) offensive guard

137ª Colts

Zach Banner (USC), offensive tackle

138ª Bengals

Ryan Glasgow (Michigan), defensive tackle

139ª Chiefs

Jehu Cheeson (Michigan), wide receiver

140ª Giants

Wayne Gallman (Clemson), running back

141ª Jets

Chad Hansen (California), wide receiver

142ª Texans

Carlos Watkins (Clemson), defensive tackle

143ª Colts

Marlon Mack (South Florida), running back de South Florida

144ª Colts 

Grover Stewart (Albany State), defensive tackle

5ª rodada

145ª Broncos 

Jake Butt (Michigan), tight end

146ª 49ers 

George Kittle (Iowa), tight end

147ª Bears 

Jordan Morgan (Kutztown) offensive guard

148ª Jaguars

Blair Brown (Ohio), linebacker

149ª Falcons 

Demontae Kazee (San Diego State), cornerback

150ª Jets 

Jordan Leggett (Clemson), tight end

151ª Chargers 

Desmond King (Iowa), safety

152ª Panthers 

Corn Elder (Miami), cornerback

153ª Bengals 

Jake Elliott (Memphis), kicker

154ª Redskins 

Jeremy Sprinkle (Arkansas), tight end

155ª Titans

Jaylon Brown (UCLA), linebacker

156ª Falcons

Brian Hill (Wyoming), running back

157ª Cardinals 

Will Holden (Vanderbilt), offensive tackle

158ª Colts 

Nate Hairston (Temple), cornerback

159ª Ravens

Jermaine Eluemunor (Texas A&M), offensive guard

160ª Browns

Roederick Johnson (Florida St), offensive tackle

161ª Colts 

Anthony Walker Jr (Northwestern) linebacker

162ª Buccaneers 

Jeremy McNichols (Boise State), running back

163ª Bills 

Matt Milano (Boston College), linebacker

164ª Dolphins 

Isaac Asiata (Utah), offensive guard

165ª Lions

Jamal Agnew (San Diego), cornerback

166ª Eagles

Shelton Gibson (West Virginia), wide receiver

167ª Giants 

Avery Ross (Youngstown State), defensive end

168ª Raiders

Marquel Lee (Wake Forest), linebacker

169ª Texans 

Treston Decoud (Oregon State), safety

170ª Vikings

Rodney Adams (South Florida), wide receiver

171ª Bills

Nathan Peterman (Pittsburgh), quarterback

172ª Broncos 

Isaiah McKenzie (Georgia), wide receiver

173ª Steelers

Brian Allen (Utah), defensive back

147ª Falcons

Eric Saubert (Drake), tight end

175ª Packers

DeAngelo Yancey (Purdue), wide receiver

176ª Bengals

J.J. Dielman (Utah), center

177ª 49ers

Trent Taylor (Louisiana Tech), wide receiver

178ª Dolphins 

Davon Godchaux (LSU) defensive tackle

179ª Cardinals

T.J. Logan (North Carolina), running back

180ª Vikings 

Danny Isidora (Miami), offensive guard

181ª Jets

Dylan Donahue (West Georgia), defensive line

182ª Packers

Aaron Jones (Texas El-Paso), running back

183ª Chiefs

Ukeme Eligwe (Georgia Southern), linebacker

184ª Eagles

Nate Gerry (Nebraska), safety

6ª rodada

185ª Browns

Caleb Brantley (Florida), defensive tackle

186ª Ravens

Chuck Clark (Virginia Tech), defensive back

187ª Seahawks

Michael Tyson (Cincinnati), safety

188ª Jets

Elijah McGuire (Lousiana-Lafayette), running back

189ª Rams 

Tanzel Smart (Tulane), defensive tackle

190ª Chargers

Sam Tevi (Utah), offensive tackle

191ª Cowboys

Xavier Woods (Lousiana Tech), safety

192ª Panthers

Alex Armah (West Georgia), full back

193ª Bengals 

Jordan Evans (Oklahoma), linebacker

194ª Dolphins 

Vincent Taylor (Oklahoma Stae), defensive tackle

195ª Bills

Tanner Vallejo (Boise State), linebacker

196ª Saints

Al-Quadin Muhammad (Miami), defensive end

197ª Jets

Jeremy Clark (Michigan), cornerback

198ª 49ers

D.J. Jones (Missisipi), defensive tackle

199ª Redskins 

Chase Roullier (Wyoming), center

200ª Giants

Adam Bisnowaty (Pittsburgh), offensive tackle

201ª Vikings

Bucky Hodges (Virginia Tech), tight end

202ª 49ers 

Pita Taumoepenu (Utah), linebacker

203ª Broncos
DeAngelo Henderson (Coastal California), running back

204ª Jets

Derrick Jones (Missisipi), cornerback

205ª Lions

Jeremiah Ledbetter (Arkansas), defensive end

206ª Rams

Sam Rogers (Virginia Tech), full back

207ª Bengals 

Brandon Wilson (Houston), running back

208, Cardinals

Rudy Ford (Auburn), safety

209ª Redskins

Robert Davis (Georgia State), wide receiver

210ª Seahawks 

Justin Senior (Mississipi State), offensive tackle

211ª Patriots

Conor McDermott (UCLA), offensive tackle

212ª Packers

Kofi Amichia (South Florida), center

213ª Steelers 

Colin Holba (Louisville), long snapper

214ª Eagles

Elijah Qualls (Washington), defensive tackle

215ª Lions

Brad Kaaya (Miami), quarterback

216ª Cowboys 

Marquez White (Florida State), cornerback

217ª Titans
Corey Levin (Tennessee-Chattanooga), offensive lineman

218ª Chiefs

Leon McQuay III (USC), safety

7ª rodada

219ª Vikings 

Stacy Coley (Miami), wide receiver

220ª Vikings

Ifeadi Odenigbo (Northwestern), defensive lineman

221ª Raiders

Shalom Luani (Washington State), safety

222ª Jaguars 

Jalen Myrick (Minnesota), cornerback

223ª Buccaneers

Stevie Tu'ikolovatu (USC), nose tackle

224ª Browns

Zane Gonzalez (Arizona State), kicker

225ª Chargers 

Isaac Rochell (Notre Dame), defensive tackle

226ª Seahawks

David Moore (East Central), wide receiver

227ª Titans

Josh Carraway (TCU), linebacker

228ª Cowboys 

Joey Ivie (Florida), defensive tackle

229ª 49ers

Adrian Colbert (Miami), defensive back

230ª Redskins 

Josh Harvey-Clemons (Louisville), safety

231ª Raiders

Jylan Ware (Alabama State), offensive tackle

232ª Vikings

Elijah Lee (Kansas State), linebacker

233ª Panthers

Harrison Butker (Georgia Tech), kicker

234ª Rams

Ejuan Price (Pittsburgh), defensive end

235ª Redskins
Joshua Holsey (Auburn), defensive back

236ª Titans 

Brad Seaton (Villanova), offensive tackle

237ª Dolphins 

Isaiah Ford (Virginia Tech), wide receiver

238ª Packers

Devante Mays (Utah State), running back

239ª Cowboys 

Noah Brown (Ohio Sate), wide receiver

240ª Jaguars

Marquez Williams (Miami (OH)), full back

241ª Titans 

Khalfani Muhammad (California), running back

242ª Raiders

Elijah Hood (North Carolina), running back

243ª Texans

Kyle Fuller (Baylor), center

244ª Raiders

Treyvon Hester (Toledo), defensive tackle

245ª Vikings 

Jack Tocho (North Carolina State), cornerback

246ª Cowboys 

Jordan Carrell (Colorado) defensive tackle

247ª Packers 

Malachi Dupre (LSU), wide receiver

248ª Steelers

Keion Adams (Western Michigan), linebacker

249ª Seahawks

Christopher Carson (Oklahoma State), running back

250ª Lions 

Pat O'Connor (Eastern Michigan), defensive end

251ª Bengals

Mason Schreck (Buffalo), tight end

252ª Browns 

Matt Dayes (North Carolina State), running back

235ª Broncos

Chad Kelly (Mississipi), quarterback

Confira todas as escolhas na segunda e terceira rodada no Draft de 2017

Seleção acontece na Philadelphia

Depois da insana primeira rodada do Draft, nesta sexta-feira (28) o grande evento da offseason da NFL teve sua segunda e terceira rodadas. com mais 75 jogadores universitários conhecendo seus destinos dentro da liga.

Abaixo, o Left Tackle Brasil reproduz a relação completa com todos os jogadores escolhidos na segunda noite do Draft. No sábado (29), tem o último dia da seleção, com as rodadas 4, 5, 6 e 7, já envolvendo nomes não tão badalados antes do evento, a partir das 13h.. É possível acompanhar a parte final do Draft pelo Game Pass da NFL, que está com o sinal aberto para qualquer usuário.

Confira os selecionados na 2ª e 3ª rodada do Draft da NFL:

Segunda rodada

33ª - Green Bay Packers

Escolha: Kevin King (Washington), cornerback

34ª - Jacksonville Jaguars

Escolha: Cam Robinson (Alabama), offensive tackle

35ª - Seattle Seahawks

Escolha: Malik McDowell (Michigan State), defensive tackle

36ª - Arizona Cardinals

Escolha: Budda Baker (Washington), safety

37ª- Buffalo Bills

Escolha: Zay Jones (East Carolina), wide receiver

38ª - Los Angeles Chargers

Escolha: Forrest Lamp (Western Kentucky), offensive guard

39ª - New York Jets

Escolha: Marcus Maye (Florida), safety

40ª - Carolina Panthers

Escolha: Curtis Samuel (Ohio State), wide receiver

41ª - Minnesota Vikings

Escolha: Dalvin Cook (Florida), running back

42ª - New Orleans Saints

Escolha: Marcus Williams (Utah), safety

43ª - Philadelphia Eagles

Escolha: Sidney Jones (Washington), cornerback

44ª - Los Angeles Rams

Escolha: Gerald Everett (South Alabama), tight end

45ª - Chicago Bears

Escolha: Adam Shaheen (Ashland), tight end

46ª - Indianapolis Colts

Escolha: Quincy Wilson (Florida), cornerback

47ª - Baltimore Ravens

Escolha: Tyus Bowser (Houston), linebacker

48ª - Cincinnati Bengals 

Escolha: Joe Mixon (Oklahoma), running back

49ª - Washington Redskins

Escolha: Ryan Anderson (Alabama), linebacker

50ª - Tampa Bay Buccaneers

Escolha: Justin Evans (Texas A&M), safety

51ª - Denver Broncos

Escolha: DeMarcus Walker (Florida State), defensive end

52ª - Cleveland Browns

Escolha: DeShone Kizer (Notre Dame), quarterback

53ª - Detroit Lions

Escolha: Teez Tabor (Florida), cornerback

54ª - Miami Dolphins

Escolha: Raekwon McMillan (Ohio State), linebacker

55ª - New York Giants

Escolha: Dalvin Tomlinson (Alabama), defensive tackle

56ª - Oakland Raiders

Escolha: Obi Melifonwu (Connecticut), safety

57ª - Houston Texans

Escolha: Zach Cunningham (Vanderbilt), linebacker

58ª - Seattle Seahawks

Escolha: Ethan Pocic (LSU), center/offensive guard

59ª - Kansas City Chiefs

Escolha: Tanoh Kpassagnon (Villanova), defensive end

60ª - Dallas Cowboys

Escolha: Chidobe Awuzie (Colorado), cornerback

61ª - Green Bay Packers

Escolha: Josh Jones (North Carolina State), safety

62ª - Pittsburgh Steelers

Escolha: JuJu Smith-Schuster (USC). wide receiver

63ª - Buffalo Bills

Escolha: Dion Dawkins (Temple), offensive guard

64ª - Carolina Panthers

Escolha: Taylor Moton, (Western Michigan),  offensive tackle

Terceira rodada

65ª - Cleveland Browns

Escolha: Larry Ogunjobi, (North Carolina Charlotte), defensive tackle

66ª - San Francisco 49ers

Escolha: Ahkello Witherspoon (Colorado) cornerback

67ª - New Orleans Saints

Escolha: Alvin Kamara (Tennessee), running back

68ª - Jacksonville Jaguars

Escolha: Dawuane Smoot (Illinois), defensive end

69ª - Los Angeles Rams

Escolha: Cooper Kupp (Eastern Washington), wide receiver

70ª - Minnesota Vikings

Escolha: Pat Elflein (Ohio State), center

71ª - Los Angeles Chargers

Escolha: Dan Feeney (Indiana), offensive guard

72ª - Tennessee Titans

Escolha: Taywan Taylor (Western Kentucky), wide receiver

73ª - Cincinnati Bengals

Escolha: Jordan Willis (Kansas State), defensive end

74ª - Baltimore Ravens

Escolha: Chris Wormley (Michigan), defensive end

75ª - Atlanta Falcons

Escolha: Duke Riley (LSU), linebacker

76ª - New Orleans Saints

Escolha: Alex Anzalone (Florida), linebacker

77ª - Carolina Panthers

Escolha: Daeshon Hall (Texas A&M), defensive end

78ª - Baltimore Ravens

Escolha: Tim Williams (Alabama), linebacker

79ª - New York Jets

Escolha: ArDarus Stewart (Alabama), wide receiver

80ª - Indianapolis Colts

Escolha: Tarrell Basham (Ohio), defensive end

81ª - Washington Redskins

Escolha: Fabian Moreau (UCLA), cornerback

82ª - Denver Broncos

Escolha: Carlos Henderson (Louisiana Tech), wide receiver

83ª - New England Patriots

Escolha: Derek Rivers (Youngstown State), defensive end  

84ª - Tampa Bay Buccaneers

Escolha: Chris Godwin (Penn State) wide receiver 

85ª - New England Patriots

Escolha: Antonio Garcia (Troy), offensive tackle

86ª - Kansas City Chiefs

Escolha: Kareem Hunt (Toledo), running back

87ª  - New York Giants

Escolha: Davis Webb (California), quarterback

88ª - Oakland Raiders

Escolha: Eddie Vanderdoes (UCLA), defensive tackle

89ª - Houston Texans

Escolha: D'Onta Foreman (Texas), running back

90ª - Seattle Seahawks

Escolha: Shaquill Griffin (Central Florida), cornerback

91ª - Los Angeles Rams

Escolha: John Johnson (Boston College), safety

92ª - Dallas Cowboys

Escolha: Jourdan Lewis (Michigan), cornerback

93ª -  Green Bay Packers

Escolha: Montravius Adams (Auburn), defensive tackle

94ª - Pittsburgh Steelers

Escolha: Sutton Cameron (Tennessee), cornerback 

95ª - Seattle Seahawks

Escolha: Delano Hill (Michigan), safety

96ª - Detroit Lions

Escolha: Kenny Golladay (Northen Illinois), wide receiver 

97ª - Miami Dolphins

Escolha: Cordrea Tankersley (Clemson), cornerback

98ª - Arizona Cardinals

Escolha: Chad Williams (Grambling State), wide receiver

99ª - Philaelphia Eagles

Escolha: Rasul Douglas (West Virginia), cornerback 

100ª - Tennessee Titans

Escolha: Jonnu Smith (Florida International), tight end

101ª - Denver Broncos

Escolha: Brandan Langley (Lamar), cornerback 

102ª - Seattle Seahawks

Escolha: Nazair Jones (North Carolina), defensive tackle 

103ª - New Orleans Saints

Escolha: Trey Hendrickson (Florida Atlantic), defensive end

104ª - San Francisco 49ers

Escolha: C. J. Beathard (Iowa), quarterback

105ª - Pittsburgh Steelers

Escolha: James Conner (Pittsburgh), running back

106ª - Seattle Seahawks

Escolha: Amara Darboh (Michigan), wide receiver

107ª - Tampa Bay Buccaneers

Escolha: Kendell Beckwith (LSU), linebacker 

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Trocas surpreendentes e corrida por quarterbacks marcam primeiro dia do Draft de 2017

DE Myles Garrett confirmou o favoritismo e foi a primeira escolha geral do Draft

Chegou o grande dia. Começou nesta quinta-feira (27) o Draft da NFL. Até sábado (29), cerca de 256 atletas serão escolhidos pelos 32 times da liga, para assim iniciar suas carreiras como jogadores profissionais de futebol americano. A noite foi marcada por trocas surpreendentes envolvendo a procura por quarterbacks, bem diferente do que era prometido por analistas do mundo inteiro antes do evento.

Com a edição de 2017 realizada na Philadelphia, havia a expectativa de ser um jogador de defesa a ter a primeira escolha geral no Draft. O que se confirmou, com a seleção feita pelo Cleveland Browns, que chamou o defensive end Myles Garrett, de Texas A&M, para integrar seu time. O time de Cleveland teve uma estratégia interessante, e conseguiu ter três escolhas nesta primeira rodada. Além da primeira geral e da 25ª (vinda de uma troca com o Philadelphia Eagles em 2016, e de outra troca com o Houston Texans durante este Draft), o time conseguiu também a 29ª pick, que era do Green Bay Packers, ganhando mais escolhas para 2017 e 2018.

Chicago Bears subiu no ranking para selecionar o QB Mitchell Trubisky

Depois da primeira escolha geral, logo na sequência, o Chicago Bears, que originalmente tinha a terceira seleção, fez uma troca surpreendente com o San Francisco 49ers para ter o quarterback Mitchell Trubisky na segunda escolha geral. Assim, Chicago subiu no ranking, mas cedeu a terceira escolha geral, mais escolhas de terceira e quarta rodada no Draft de 2017, e mais uma escolha de terceira rodada para o Draft de 2018. Já San Francisco optou por um defensive end na terceira pick, o atleta Solomon Thomas, de Stanford.

Completando o top 5, outros dois jogadores de ataque foram escolhidos. O Jacksonville Jaguars selecionou o running back Leonard Fournette, de LSU. E o Tennesse Titans (herdando uma escolha do Los Angeles Rams em troca feita no ano passado) optou pelo wide receiver Corey Davis, de Western Michigan.

Times realizam trocas por importantes reforços

Na escolha 10, o Kansas City Chiefs subiu no ranking, em troca com o Buffalo Bills (que estava nesta posição). A equipe da AFC Oeste cedeu à Buffalo sua 27ª escolha geral, mais uma escolha de terceiro round do Draft de 2017, e sua escolha de primeira rodada no Draft de 2018 para ter o quarterback Patrick Mahomes, de Texas Tech.

Outra troca que aconteceu nesta primeira rodada foi na 12ª posição, que seria do Cleveland Browns, mas a franquia cedeu seu lugar ao Houston Texans, que selecionou o quarterback DeShaun Watson, campeão nacional pelo College em 2016, jogando por Clemson. Em troca, Cleveland ganhou a escolha geral de número 25 em 2017, mais a seleção de primeira rodada do Texans em 2018.

Já nas últimas escolhas do dia, o Atlanta Falcons subiu no ranking até a posição 26, para escolher o linebacker Takkarist McKinley, de UCLA. A troca foi feita com o Seattle Seahawks. E nos minutos finais, o Cleveland Browns trocou sua escolha de segunda rodada (33ª geral, que será feita na sexta-feira (28)) com o Green Bay Packers, para ter o tight end David Ndjoku, de Miami. Com isso, o Browns sozinho teve três atletas selecionados.

Jogadores de defesa foram os mais procurados

Dos 32 atletas escolhidos, 19 deles foram jogadores de defesa, confirmando que a classe de 2017 é mais defensiva. Foram seis Defensive Ends, cinco Cornerbacks, cinco Linebackers e três Safeties selecionados. Já no campo de ataque, foram três Quarterbacks, dois Running Backs, três Wide Receivers, três Tight Ends e dois Offensive Tackles escolhidos.

Quedas surpreendentes com bons prospectos

O tight end O. J. Howard, de Alabama,  estava no top 10 do Draft em inúmeros Mock Drafts, incluindo o que nós fizemos. Mas sua escolha foi apenas a de número 19, feita pelo Tampa Bay Buccaneers. O linebacker Reuben Foster, também de Alabama, era outro bom prospecto, mas que caiu muito mais. Ele foi selecionado na 31ª posição, pelo San Francisco 49ers, em troca feita neste Draft com o Seattle Seahawks, a última mudança de posições da noite.

A segunda rodada do Draft será nesta sexta-feira (28), a partir das 20h. A sequência do Draft poderá ser vista no canal NFL Network, através da plataforma Game Pass, serviço de streaming da NFL.

Confira todos os jogadores selecionados na primeira rodada do Draft de 2017:


1ª - Cleveland Browns 

Escolha: Myles Garrett (Texas A&M), defensive end

2ª - Chicago Bears

Escolha: Mitchell Trubisky (North Carolina), quarterback

3ª -  San Francisco 49ers

Escolha: Solomon Thomas (Stanford), defensive end

4ª - Jacksonville Jaguars 

Escolha: Leonard Fournette (LSU), running back

5ª - Tennessee Titans 

Escolha: Corey Davis (Western Michigan), wide receiver

6ª - New York Jets 

Escolha: Jamal Adams (LSU), safety

7ª - Los Angeles Chargers

Escolha: Mike Williams (Clemson), wide receiver

8ª - Carolina Panthers 

Escolha: Christian McCaffrey (Stanford), running back

9ª - Cincinnati Bengals 

Escolha: John Ross (Washington), wide receiver

10ª - Kansas City Chiefs

Escolha: Patrick Mahomes (Texas Tech), quarterback

11ª - New Orleans Saints 

Escolha: Marshon Lattimore (Ohio State), cornerback

12ª - Houston Texans

Escolha: DeShaun Watson (Clemson), quarterback

13ª - Arizona Cardinals 

Escolha: Haason Reddick (Temple), linebacker

14ª - Philadelphia Eagles 

Escolha: Derek Barnett (Tennessee), defensive end

15ª - Indianapolis Colts

Escolha: Malik Hooker (Ohio State), safety

16ª - Baltimore Ravens 

Escolha: Marlon Humphrey (Alabama), cornerback

17ª - Washington Redskins 

Escolha: Jonathan Allen (Alabama), defensive end

18ª - Tennessee Titans

Escolha: Adoree' Jackson (USC), cornerback

19ª - Tampa Bay Buccaneers 

Escolha: O. J. Howard (Alabama), tight end

20ª - Denver Broncos 

Escolha: Garett Bolles (Utah), offensive tackle

21ª - Detroit Lions 

Escolha: Jarrad Davis (Florida), linebacker

22ª - Miami Dolphins 

Escolha: Charles Harris (Missouri), defensive end

23ª - New York Giants 

Escolha: Evan Engram (Ole Miss), tight end

24ª - Oakland Raiders 

Escolha: Gareon Conley (Ohio State), cornerback

25ª - Cleveland Browns

Escolha: Jabrill Peppers (Michigan), safety

26ª - Atlanta Falcons

Escolha: Takkarist McKinley (UCLA), linebacker

27ª - Buffalo Bills

Escolha: Tre'Davious White (LSU), cornerback

28ª - Dallas Cowboys 

Escolha: Taco Charlton (Michigan), defensive end

29ª - Cleveland Browns

Escolha: David Ndjoku (Miami), tight end

30ª - Pittsburgh Steelers 

Escolha: T. J. Watt (Wisconsin), linebacker

31ª - San Francisco 49ers

Escolha: Reuben Foster (Alabama), linebacker

32ª - New Orleans Saints

Escolha: Ryan Ramczyk (Wisconsin), offensive tackle

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Por que o Draft é um evento tão legal de acompanhar

Em 2016, foi o quarterback Jared Goff a ter a primeira escolha geral, feita pelo Los Angeles Rams

Nesta quinta-feira (27), enfim, vamos conhecer os destinos dos atletas universitários dentro da NFL. Até sábado (29), cerca de 256 jogadores serão escolhidos para iniciar suas carreiras na liga. Todos os times participam do evento, selecionando de acordo com as suas necessidades para reforçar seus elencos para a próxima temporada.

Mas nem todos sabem que este evento é muito legal de se acompanhar. Isso sem contar que o Draft é transmitido pela TV, mostrando não só a alegria de quem é selecionado logo de cara, mas também a frustração de quem continua à espera de ter seu nome lido pelo comissário da NFL. No Brasil, a primeira rodada do evento será exibida na ESPN+, a partir das 21h desta quinta-feira.

Com a 24ª escolha no Draft de 2005, Aaron Rodgers viveu uma noite dramática na espera por ser selecionado

O Draft da NFL é um evento incrível, um dos poucos ligados aos esportes que geram uma boa repercussão na mídia sem ter a necessidade de haver um jogo naquele momento. Se compararmos com algo que os brasileiros se interessam em ver mesmo sem ter uma disputa, podemos colocar o Draft no mesmo patamar que o sorteio dos grupos da Copa do Mundo de futebol.

Há muita expectativa para sabermos quem será selecionado logo no início. Myles Garrett, defensive end de Texas A&M, é o favorito a ter a primeira escolha geral, do Cleveland Browns. Mas há muitos outros nomes que devem sair ainda na quinta-feira, como você pode ver no nosso texto sobre os prospectos de 2017, e no Mock Draft que lançamos. Também é possível ler este post introdutório sobre o evento.

Peyton Manning foi a primeira escolha geral no Draft de 1998 - foi o começo da carreira de uma lenda na NFL

É importante deixar claro que o Draft se trata de apostas. Na teoria, os primeiros a serem escolhidos tendem a ser os melhores jogadores universitários, e mais aptos para terem uma carreira de sucesso na NFL, de forma semelhante a divisão dos times em jogos na escola, ou nas ruas. Atletas como Peyton Manning, Cam Newton e Andrew Luck foram a primeira escolha geral em 1998, 2011 e 2012, respectivamente. Todos eles tiveram (ou ainda têm, para os casos de Cam e Luck), carreiras notáveis, com excelentes números, principalmente no caso de Manning, cinco vezes MVP da liga, e futuro integrante do Hall da Fama.

Mas nem todo atleta com a pick one conseguiu o mesmo sucesso, vide o caso de JaMarcus Russell, quarterback que o Oakland Raiders escolheu em 2007, e que teve uma carreira muito ruim (18 touchdowns e 23 interceptações em apenas três anos como profissional), sendo considerado o maior bust da história do Draft.

Se estar entre os primeiros selecionados não é uma garantia de ter uma vida boa na NFL, podemos dizer o inverso para quem vai para o final da fila. Ser escolhido na quarta ou quinta rodada pode gerar pouca visibilidade no início de carreira na liga, mas o caminho para o sucesso está na dedicação do jogador, e na maneira como o treinador pode lapidar seu pupilo. Dak Prescott, quarterback do Dallas Cowboys, foi escolhido na quarta rodada do Draft do ano passado (135ª geral), e foi eleito o Calouro Ofensivo de 2016. Antonio Brown, hoje o principal wide receiver do Pittsburgh Steelers, só foi selecionado na sexta rodada em 2010.

Ficha de seleção do quarterback Tom Brady, 199ª escolha geral no Draft de 2000

E se quisermos destacar algo ainda mais impressionante vindo dos atletas universitários lá do fundo, precisamos falar de Tom Brady, quarterback do New England Patriots. Ele foi encontrado também na sexta rodada, na posição de número 199, no Draft de 2000. Ninguém poderia imaginar que aquele cara preterido 198 vezes se tornaria um dos maiores QB's da história, com cinco títulos de Super Bowl, e outros incríveis recordes em sua trajetória.

O fato é que neste ano, há muitos jogadores que prometem fazer sucesso. Talvez alguns consigam cumprir, enquanto outros não chegarão nem perto de terem seus nomes lembrados como bons atletas. E tudo isso começa com o Draft, um evento de muita importância não só por ser o começo de muitas carreiras, mas também por ser um dos principais fatores que proporcionam o equilíbrio dentro da NFL. É uma importante transição entre a vida universitária e a vida profissional, em uma noite em que os olhos dos fãs de futebol americano estarão voltados a estes jovens.