segunda-feira, 4 de setembro de 2017

As transmissões da semana 1 de 2017 na NFL

Atual campeão do Super Bowl, New England Patriots, do QB Tom Brady, fará o jogo de abertura da temporada

É com muita alegria que informamos que a semana 1 da temporada 2017 da NFL vai começar. Nesta segunda-feira (4), a ESPN divulgou quais serão os jogos que os canais transmitirão. Serão oito partidas exibidas, o que dá metade do total de confrontos que ocorrem nesta primeira semana da temporada regular.

O ano de 2017 da National Football League começa com o Kickoff Game, entre New England Patriots e Kansas City Chiefs, nesta quinta-feira (7) às 21h30 (horário de Brasília). A ESPN exibe o duelo dos atuais campeões do Super Bowl contra a equipe do kicker brasileiro Cairo Santos.

No domingo, mais cinco jogos serão exibidos. Às 14h, tem Washington Redskins e Philadelphia Eagles, na ESPN, e Tennessee Titans contra o Oakland Raiders, na ESPN+. Pelas 17h25, o Green Bay Packers enfrenta o Seattle Seahawks, com exibição da ESPN+ e tem San Francisco 49ers e Carolina Panthers no canal ESPN Extra, que a emissora lançou recentemente e, por enquanto, apenas os assinantes da SKY têm acesso ao canal. Não terá nenhuma partida na ESPN nesta faixa porque este canal transmite no horário a final do US Open, um dos principais torneios de tênis do mundo, e o último Grand Slam do ano. Fechando o domingo, Dallas Cowboys e New York Giants fazem o Sunday Night Football, às 21h30, na ESPN.

Fechando a semana 1, tem a rodada dupla do Monday Night Football. Às 20h10 tem Minnesota Vikings e New Orleans Saints, e às 23h20, o Denver Broncos joga contra o Los Angeles Chargers. Estes dois confontos ficam a cargo da ESPN.

Confira todos os jogos da semana 1 da temporada regular, e seus respectivos horários (de Brasília):

Quinta-feira, 7/9

21h30

New England Patriots x Kansas City Chiefs (ESPN)

Domingo, 10/9

14h

Buffalo Bills x New York Jets

Washington Redskins x Philadelphia Eagles (ESPN)

Tennessee Titans x Oakland Raiders (ESPN+)

Miami Dolphins x Tampa Bay Buccaneers

Houston Texans x Jacksonville Jaguars

Detroit Lions x Arizona Cardinals

Chicago Bears x Atlanta Falcons

Cincinnati Bengals x Baltimore Ravens

Cleveland Browns x Pittsburgh Steelers

17h05

Los Angeles Rams x Indianapolis Colts

17h25

Green Bay Packers x Seattle Seahawks (ESPN+)

San Francisco 49ers x Carolina Panthers (ESPN Extra)

21h30

Dallas Cowboys x New York Giants (ESPN)

Segunda-feira, 11/09

20h10

Minnesota Vikings x New Orleans Saints (ESPN)

23h20

Denver Broncos x Los Angeles Chargers (ESPN)

domingo, 3 de setembro de 2017

Cortes, trocas e contratações inesperadas: o movimentado final de semana da NFL

"O bom filho à casa torna": Brock Osweiller voltou ao Denver Broncos - mas para ser o reserva

Este é o último fim de semana da offseason da NFL. Ao término da pré-temporada, o sábado (2) foi marcado pelo vasto número de demissões de jogadores. Até às 17h, todos os times da liga precisavam cortar seus elencos de 90 para 53 atletas. Por mais cruel que isso possa parecer, em todos os anos esta situação acontece. Não há espaço para todo mundo, e quem perdeu sua vaga, terá de aguardar uma proposta de outro time nos próximos meses, ou então, se dedicar para voltar aos training camps no ano seguinte.

Mas antes de apontarmos dos principais demitidos deste sábado, precisamos falar da principal contratação do dia, vinda de um jogador que desde a offseason passada tem sido o centro das atenções mesmo com um talento questionável. Ele mesmo: Brock Osweiller. A equipe do Denver Broncos reatou com o jogador, e o quarterback voltará para a equipe onde foi titular por sete jogos em 2015. O novo vínculo tem duração apenas de um ano, e receberá US$800 mil do Broncos (isso porque o restante do salário será pago pelo Browns, que herdou o contrato que ele tinha com o Houston Texans. Mesmo sem ter ficado em Cleveland, receberá desta franquia US$ 15,2 milhões). Será reserva de Trevor Siemian.

Após a temporada 2015, que terminou com o título do Super Bowl com Brock já de volta à reserva de Peyton Manning, Osweiller não quis ficar em Denver. Resumindo a saga que renderia uma série de algumas temporadas, e que nós mesmos dedicamos tantas linhas e textos: ele migrou para o Houston Texans por um alto contrato, ficou rico, não jogou bem, foi trocado pelo Cleveland Browns neste ano, foi tão mal na pré-temporada que acabou cortado pelo  Browns, e agora, volta ao seu ex-time. O amor voltou!

T.J. Ward também foi cortado, mas já tem novo time


Falando em Denver Broncos, a equipe cortou o safety T. J. Ward. Ele, que foi campeão do Super Bowl 50, foi uma das vítimas das dispensas. Porém, este conseguiu um contrato de um ano com o Tampa Bay Buccaneers, onde receberá US$ 5 milhões.

Agora, falaremos dos que ainda estão sem emprego. Como são muitos jogadores na fila dos desempregados, destacaremos os mais conhecidos, e que talvez ainda possam encontrar espaço em uma outra equipe, ou aguardar pelo ano que vem. O wide receiver Victor Cruz não conseguiu espaço no Chicago Bears, e foi cortado. Ele já havia perdido o emprego no New York Giants, mas não conseguiu jogar bem na pré-temporada em Chicago.O Bears também dispensou o kicker Roberto Aguayo. Escolhido na segunda rodada do Draft de 2016 pelo Tampa Bay Buccaneers, ele já havia sido demitido há duas semanas, e no Bears, também deu muito errado.

Completando a lista de notáveis desempregados, estão os quarterbacks Kellen Moore (Dallas Cowboys), Josh Johnson (New York Giants), Matt Barkley (San Francisco 49ers) e Brad Kaaya (Detroit Lions). Além destes, os tight ends Will Tye (New York Giants, e já contratado pelo New Yor Jets) e Austin Seferian-Jenkins (New York Jets); o running back Chris Johnson (Arizona Cardinals); o kicker Josh Lambo (Los Angeles Chargers); e o linebacker Ben Boulware e o cornerback Zack Sanchez (ambos do Carolina Panthers).

Troca entre Patriots e Colts também agita o mercado

Jacoby Brissett é o novo reforço do Indianapolis Colts

O sábado também foi marcado pela inesperada troca entre New England Patriots e Indianapolis Colts. Os atuais campeões do Super Bowl cederam o quarterback Jacoby Brissett, e receberam na negociação o wide receiver Philip Dorsett.

Brissett foi escolhido no Draft passado pelo Patriots, e foi titular em uma partida de 2016, na época em que Tom Brady estava suspenso e Jimmy Garoppolo (segundo QB da equipe) lesionado. Vai para o Colts para ser um reserva confiável para Andrew Luck, que ainda não está 100% e pode não jogar nesta semana 1.

Já Philip Dorsett é um WR especialista em retornos de punts e kickoffs. O Patriots tem agora uma nova opção no time de especialistas, já que dois de seus principais retornadores, o wide receiver Julian Edelman e o cornerback Cyrus Jones, machucaram seriamente o joelho e estão fora da temporada.

Agora, tudo é voltado à temporada regular. Nesta quinta-feira (7), teremos o kickoff, e no próximo domingo (10), respiraremos de vez o futebol americano com muitos jogos. Que bom que setembro chegou!

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Cleveland Browns dispensa quarterback Brock Osweiller

Mal desempenho do QB na pré-temporada foi determinante para sua dispensa

O ciclo de Brock Osweiller como um jogador do Cleveland Browns está encerrado. Neste início de setembro, a franquia cortou o quarterback de seu elenco, que terá de procurar espaço em uma outra equipe da NFL. A decisão foi divulgada na noite desta sexta-feira (1º).

Sua passagem por Cleveland foi muito curta. Em março, durante a Free Agency, ele foi para o Browns através de uma troca da franquia com o Houston Texans, onde jogou em 2016. O Texans cedeu o QB e uma escolha de segunda rodada no Draft de 2018, para receber uma escolha de quarta rodada no Draft de 2017.

A intenção do Cleveland Browns sempre foi a de trocar o QB, desde a sua aquisição. Como falamos ainda em março, o Browns estava mais interessado na alta  escolha de Draft recebida na transação do que em contar com o atleta. A franquia está em fase de reconstrução após ter sido a pior de toda a NFL em 2016. Osweiller teve um mau rendimento durante a pré-temporada, ficando em desvantagem na disputa pela titularidade na equipe. Na última semana, foi definido que o calouro DeShone Kizer será o signal caller da franquia na semana 1 da temporada regular.

Apesar de ter sido cortado, o quarterback deixa Cleveland recebendo US$ 16 milhões de dólares, valor garantido em seu atual contrato para este ano. Isso porque o jogador teve um contrato de US$ 72 milhões totais assinado com o Texans em 2016, por quatro anos. Com a troca feita com o Browns, seu novo time herdou também os valores que o atleta teria que receber.

Brock Osweiller está na NFL desde 2012, quando foi selecionado no Draft pelo Denver Broncos. Em 2015, foi titular por sete jogos, durante o tratamento de uma lesão de Peyton Manning. Neste período, Osweiller teve boas atuações, somado ao talento de uma forte defesa. Voltou à reserva antes dos playoffs, naquela temporada que terminou com o título do Super Bowl 50.

Mesmo com a aposentadoria de Peyton Manning após o título de Denver, Osweiller não quis ficar no Broncos. Na Free Agency de 2016, o Houston Texans o contratou para ser o titular da equipe, pelo alto salário já citado, mas seu desempenho foi decepcionante, a ponto de ser colocado na reserva em uma partida por mal rendimento. Em 2016, ele passou para apenas 2.957 jardas, 15 touchdowns e 16 interceptações. Suas fracas atuações nos playoffs foram determinantes para a troca. Como Osweiller também não deu certo no Browns, agora resta saber qual time buscará dar outra oportunidade ao jogador.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

#LTExplica o que permite à NFL a ser uma liga tão equilibrada




Este é o último episódio da série #LTExplica, que busca trazer explicações básicas sobre o futebol americano. Ela é voltada justamente para quem está chegando agora e quer conhecer, e se apaixonar por este esporte. Neste fechamento, falaremos sobre algumas medidas que fazem com que a NFL seja a liga mais equilibrada do mundo. E ao final do texto, você poderá conferir os demais links com a série.

Como dissemos no texto sobre a estrutura da NFL, a liga conta atualmente com 32 franquias, que disputam anualmente a competição. São sempre os mesmos times, sem um sistema de promoção ou rebaixamento como acontece no futebol. Na teoria, isso pode fazer com que um time que tenha sido o pior em uma temporada faça um ano melhor no ano seguinte.

E na prática, também. Com o auxílio de vários mecanismos que visam manter o equilíbrio na NFL, sim, isso é possível. Com uma competição mais acirrada, todos os times saem ganhando nas finanças (lembrando que as franquias são instituições privadas, que buscam o lucro). Vamos aos pontos.

Direitos de transmissão de TV iguais para todos

Os contratos das emissoras americanas com a NFL são absurdamente altos. Ninguém fala oficialmente em valores, mas todos os anos, alguns bilhões de dólares são dados por NBC, FOX, CBS e ESPN para a liga, para que possam transmitir os seus jogos. Além disso, a National Football League também recebe bons valores das emissoras do mundo inteiro retransmissoras do futebol americano, como faz a ESPN para o Brasil.

A NFL fica muito rica com estes contratos, e quem faz parte dela, também. O grande bolo das cotas de TV é dividido entre os 32 times - e de maneira igual para todos. Isso permite que todos possam crescer igualmente com suas estruturas, sendo cada equipe uma referência forte como marca e organização. Inclusive, entre as 50 equipes mais valiosas do mundo, segundo a revista Forbes, apenas três da NFL estão fora desta lista.

Com este dinheiro vindo das emissoras, cada franquia pode investir melhor em seus centros de treinamento, melhorar ou até comprar um novo estádio, e também contratar profissionais técnicos oferecendo bons valores contratuais. Quanto aos jogadores, existe o teto salarial, o que evita que uma  equipe gaste muito mais que um time adversário por temporada.

Teto salarial - limite de gastos por cada equipe

Diferente do que acontece no futebol, onde um time rico pode contratar um jogador por valores astronômicos e deixar os rivais mais fracos, na NFL, existe um limite de gastos. É o Salary Cap, ou teto salarial, como preferirem. Por temporada, todos os times não podem gastar mais do que aproximadamente US$ 165 milhões em salários de todo o elenco. Os jogadores não precisam receber salários exatamente iguais, mas nenhuma equipe poderá ultrapassar o Salary Cap.

Com isso, tanto o Dallas Cowboys (time mais valioso do mundo) quanto o Buffalo Bills (um dos menos ricos da NFL) terão a mesma quantia para se gastar por ano com os pagamentos dos jogadores. Isso já permite que não exista um elenco muito caro com relação aos demais rivais, evitando o que ocorre no futebol da Espanha, por exemplo, em que Barcelona e Real Madrid têm elencos absurdamente mais caros (e de melhor qualidade) que todos os demais participantes do Campeonato Espanhol.

Matthew Stafford é o atleta com o maior salário atual da NFL
Cada time adota o seu sistema de controle de gastos para os salários, mas normalmente os maiores valores vão para os atletas de mais importância, como o Detroit Lions fez recentemente, renovando o contrato do quarterback Matthew Stafford, que receberá uma média de US$ 27 milhões por temporada pelos próximos cinco anos. Mas para se ter um alto salário, é preciso ter um ótimo rendimento, e, principalmente, estar saudável. Jogadores com um contrato alto e que não jogarem bem podem ser cortados ou trocados para uma outra franquia.

Um grande exemplo recente foi quando o Houston Texans contratou o quarterback Brock Osweiller em 2016, por incríveis US$ 72 milhões por quatro anos. Foi um fiasco total na temporada passada, e em março deste ano, o Texans o trocou para o Cleveland Browns, que assumiu seu contrato e, junto com o QB, recebeu também uma escolha de segunda rodada do próximo Draft, entregando para Houston uma escolha de quarta rodada no Draft de 2017. Osweiller não foi bem na pré-temporada de Cleveland e não será o titular por lá, e deve ser trocado ou cortado do elenco.

E aqui tem algo a se acrescentar. Não existe um passe a ser pago por um time caso queira contratar alguém que está em um outro, nem multa rescisória, como se vê muito no futebol. Se o dono de uma franquia pretende ter alguém que joga num adversário, é preciso se fazer uma troca. Pode ser uma troca entre atletas, ou então entre escolhas de Draft, para que todas as partes tentem sair ganhando com a negociação. No caso de uma troca entre jogadores, no momento que este se transfere para outra equipe, é sua nova equipe quem assume o restante de seu atual contrato.

Outra forma de se contratar jogadores, é ir atrás dos chamados "free agents" (ou agentes livres, em português), que são atletas sem contrato e, consequentemente, desempregados. Eles podem estar nestas condições se são cortados de uma equipe, ou então se o contrato atual se encerra e não há um interesse do jogador e da franquia de estabelecer uma renovação.

E também existe um terceiro método, que é justamente o que também permite à NFL a manter o seu equilíbrio, o Draft.

Draft - onde o pior de hoje pode ser o melhor de amanhã

Em linhas gerais, o Draft é o grande recrutamento da NFL, com atletas que jogaram o futebol americano universitário tentam uma chance como profissionais. Todos os anos, mais de 250 atletas são selecionados pelas equipes da liga, e o sistema de seleção também permite o equilíbrio.

São sete rodadas para cada equipe escolher. Um atleta é selecionado por vez. Quem escolhe primeiro é o time de pior campanha no ano anterior, e assim sucessivamente. Isso permite que o pior time da temporada passada tenha a possibilidade de escolher o melhor jogador universitário disponível, para que, a longo prazo, esta equipe possa ter um rendimento melhor e assim ser mais competitiva.

Sobre como isso dá certo, temos um exemplo recente vindo de 2011. O quarterback Cam Newton e o linebacker Von Miller foram os primeiros jogadores escolhidos naquele Draft, por Carolina Panthers e Denver Broncos (os piores times de 2010).  E na temporada 2015, estes dois jogadores foram ao Super Bowl por suas respectivas equipes.

Uma liga equilibrada que dá certo

Oferecer cotas iguais de TV, estabelecer um limite de gastos com salários e o recrutamento feito pelo Draft são o que possibilitam a NFL ser a liga mais disputada em todo o mundo. São oito campeões diferentes nos últimos dez anos, além de 24 equipes diferentes disputando pelo menos uma partida de playoff desde 2013. São estes os motivos que fazem a National Football League ser a competição anual mais acirrada e imprevisível de todos os esportes coletivos.

Esta foi a série #LTExplica, que encerramos neste texto. Abaixo, você confere as demais publicações feitas ao longo deste mês.


#LTExplica regras básicas do futebol americano

#LTExplica as posições do futebol americano

#LTExplica a estrutura da NFL

#LTExplica as principais faltas vistas em campo

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Partida entre Cowboys e Texans é cancelada por causa do Furacão Harvey

Tempestade tropical atingiu Houston e já deixa 17 mortos, além de milhares de desabrigados

Marcado para esta quinta-feira (31) pela semana 4 da pré-temporada da NFL, o confronto entre Dallas Cowboys e Houston Texans foi oficialmente cancelado nesta quarta-feira (30). A medida foi tomada por conta da grave situação que vive o estado do Texas por conta do Furacão Harvey, que atingiu fortemente a região o no último final de semana, principalmente a cidade de Houston.

Esta partida inicialmente estava prevista para ser em Houston, na casa do Texans. Mas diante do desastre causado pela tempestade, a NFL inicialmente realocou o jogo para o AT & T Stadium, em Arlington, onde o Cowboys manda seus jogos. Porém, o anúncio do cancelamento foi feito porque a equipe do Houston Texans quer estar junto aos moradores da cidade neste momento difícil. O elenco de Houston ainda não voltou para casa desde o jogo da semana 3, quando enfrentaram o New Orleans Saints fora de casa no último sábado (26), data que o Furacão Harvey chegou com força ao Texas.

O Furacão Harvey, que diminuiu a intensidade nos últimos dias, levou fortes chuvas nos últimos dias. Há a estimativa de que mais de 13 mil pessoas foram resgatadas e outras milhares ainda continuam em pontos alagados em Houston e demais cidades texanas. Já são 17 mortes confirmadas, e este número pode ser maior.

Como forma de ajuda, o defensive end do Houston Texans J.J. Watt criou um fundo para as pessoas realizarem doações para auxiliar as vítimas do desastre natural. Mais de US$ 5 milhões já foram doados ao fundo. A maior colaboração ao fundo veio de Amy Adams Strunk, uma das donas do Tennessee Titans, que colaborou com US$ 1 milhão.

 O Houston Texans também fará uma doação de US$ 1 milhão para ajudar às vítimas. E o dono do New England Patriots, Robert Kraft, fez uma colaboração US$ 1 milhão para outra entidade que está atendendo aos afetados pelo Harvey.

Doações para auxílio às vítimas podem ser feitas diretamente para a Cruz Vermelha e também diretamente ao fundo criado por J.J. Watt.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Lions renova com Matthew Stafford por cinco anos



O Detroit Lions renovará o contrato de seu quarterback. Conforme apurado nesta segunda-feira (28) por Adam Schefter, repórter da ESPN americana, Matthew Stafford ficará na equipe pelos próximos cinco anos. Segundo informações do repórter Ian Rapoport, do NFL Network, o camisa 9 receberá um total de US$ 135 milhões, e será o jogador mais bem pago da história da liga.

A média salarial de Stafford será de 27 milhões de dólares por ano. O atual contrato do jogador se encerraria ao final desta temporada 2017. Com isso, ele deve ficar em Detroit pelo menos até 2022.

Matthew Stafford foi primeira escolha geral no Draft de 2009 pelo Detroit Lions. Ao longo dos anos, se consolidou como o signal caller da equipe, além de ser um dos mais importantes jogadores da história recente do Lions. Stafford tem 109 jogos como titular, e desde 2011, não ficou de fora de nenhuma partida de sua equipe. Ele passou para 30.303 jardas e 187 touchdowns. O quarterback também levou Detroit aos playoffs por três vezes, e foi selecionado para o Pro Bowl em 2014.

NFL suspende Vontaze Burfict por cinco jogos

Tackle irregular de Burfict durante a pré-temporada forçou a liga a suspender o jogador

A NFL confirmou na noite deste domingo (28) que vai suspender o linebacker Vontaze Burfict, do Cincinnati Bengals. A pesada pena de cinco jogos foi por conta de um tackle ilegal aplicado pelo jogador contra o fullback Anthony Sherman, do Kansas City Chiefs (foto acima), na semana 2 desta pré-temporada.

O jogador deve apelar contra esta punição, para que ela seja reduzida ou até mesmo anulada. A suspensão contra Burfict foi aplicada pela liga por conta do seu histórico de jogadas controversas em sua carreira.

Uma delas custou a temporada do Cincinnati Bengals, com um tackle aplicado pelo linebacker na cabeça do wide receiver Antonio Brown (do Pittsburgh Steelers), na rodada de Wildcard da temporada 2015. O Bengals vencia aquela partida que estava para encerrar, e com aquela falta, Pittsburgh teve condições de virar o jogo com um field goal.

Nos playoffs de 2015, Burfict deu este tackle em Antonio Brown. A falta prejudicou o Bengals, que perdeu a partida e a temporada

Em seus cinco anos de NFL, Burfict já pagou mais de US$ 800 mil de multa à liga, por conta de suas condutas anti-desportivas. Ele já cometeu 16 faltas pessoais, seja de violência desnecessária ou de roughing the passer (dar um tackle com força extrema no quarterback com este já tendo feito o passe - sem a bola a mão).

Se o apelo de Burfict não resultar em redução de jogos suspensos, o atleta ficará de fora das partidas contra Baltimore Ravens, Houston Texans, Green Bay Packers, Cleveland Browns e Buffalo Bills.